quarta-feira, 24 de fevereiro de 2016

AGNOSTICISMO

FONTES SOBRE O AGNOSTICISMO



Fábio Prata – ALPP



O termo "agnosticismo" apareceu pela primeira vez em 1869 num texto do inglês Thomas H. Huxley, Collected Essays (Ensaios reunidos). Citado como uma antítese ao gnosticismo da igreja, que pretendia mostrar-se sabedora de coisas que ele, Huxley, ignorava. Huxley usou do vocábulo como “naturalista”. Com ele, aludia à atitude filosófica que nega a possibilidade de dar solução a todas as questões que “não podem ser tratadas de uma perspectiva científica”, especialmente as de índole metafísica e religiosa. Com isso, pretendia refutar os ataques da igreja contra o evolucionismo de Charles Darwin, que também se havia declarado agnóstico.

“Agnosticism, in fact, is not a creed, but a method, the essence of which lies in the rigorous application of a single principle ... Positively the principle may be expressed: In matters of the intellect, follow your reason as far as it will take you, without regard to any other consideration. And negatively: In matters of the intellect do not pretend that conclusions are certain which are not demonstrated or demonstrable.”

Thomas Henry Huxley (Collected Essays, 1869)

Agnosticismo, na verdade, não é um credo, mas um método, cuja essência reside na aplicação rigorosa de um único princípio ... Positivamente o princípio pode ser expresso: Em questões do intelecto, siga a sua razão na medida em que irá levá-lo, sem levar em conta qualquer outra consideração. E negativamente: Em questões do intelecto não finja que conclusões são uns que não são demonstradas ou demonstráveis.
(texto completo em anexo)

A definição de Huxley possibilitou diferentes concepções do termo. No campo filosófico, enfatiza a limitação do conhecimento ao puramente racional e científico, negando esse caráter à especulação metafísica. Esta concepção pode ser rastreada nos sofistas gregos e, no século XVIII, nas teses empiristas de Hume, que negava a possibilidade de leis universais a partir dos conteúdos da experiência, e no idealismo de Kant, que afirmou a impossibilidade do intelecto conhecer a coisa-em-si, isto é, a essência real da coisa.

O positivismo do século XX, além de negar a possibilidade de demonstrar as proposições metafísicas, nega que tenham significado.

No âmbito religioso, o agnóstico considera que não se pode chegar a uma demonstração racional sobre a existência de divindades.

O agnosticismo circunscreve o conhecimento humano aos fenômenos materiais. Não nega ou afirma a possibilidade de existência dos entes metafísicos, apenas suspende o juízo. Difere do ceticismo que, segundo a formulação clássica do grego Sexto Empírico (século III a.C.), além de negar a possibilidade do conhecimento metafísico ou religioso, nega a possibilidade de conhecer aquilo que vá além da experiência imediata. Assim, o ceticismo, pelo menos em seu grau extremo, não é compatível com a ciência positiva.

No século XX, o agnosticismo tende a ser interpretado apenas como um posicionamento diante das questões religiosas. Nesse sentido, há quem faça uma distinção entre um agnosticismo em sentido “estrito” e outro "dogmático". No sentido estrito, sustenta que é impossível demonstrar a existência de divindades. No sentido dogmático, além da impossibilidade de demonstrar a existência, também sustenta a impossibilidade de conhecer o modo de ser divino (via habitualmente defendida pelos que postulam um caminho místico de abordagem do absoluto).




Richard Dawkins, em seu livro “Deus, um delírio” fala sobre o AGNOSTICISMO
Página 59

Não há nada de errado em ser agnóstico nos casos em que não há provas nem para um lado nem para o outro. É a posição mais razoável. Carl Sagan tinha orgulho de ser agnóstico quando lhe perguntavam se havia vida em outros lugares do universo. Quando ele se recusou a se comprometer, seu interlocutor o pressionou pedindo sua opinião "por instinto", e ele respondeu, de forma imortal: "Mas eu tento não pensar pelo instinto. Não há problema nenhum em guardar suas reservas até que surjam provas". A questão da vida extraterrestre está em aberto. Podem-se apresentar bons argumentos para os dois lados, e não temos provas para nada mais que apenas esboçar as probabilidades de um ou outro lado. Esse tipo de agnosticismo é a posição apropriada para muitas dúvidas científicas, como sobre o que causou a extinção do fim do Permiano, a maior extinção em massa da história fóssil. Pode ter sido o impacto de um meteorito, como aquele que, mais provavelmente, de acordo com as evidências atuais, causou a extinção dos dinossauros mais tarde. Mas pode ter sido qualquer uma entre várias outras causas possíveis, ou uma combinação delas. O agnosticismo sobre as causas dessas duas extinções em massa é razoável.

E quanto à dúvida sobre Deus? Deveríamos ser agnósticos também em relação a ele? Muitas pessoas já disseram que sim, definitivamente, com frequência com um ar de convicção que beira o excesso. Elas estão certas?

Vou começar distinguindo dois tipos de agnosticismo. O Agnosticismo Temporário na Prática, ou ATP, é o legítimo em-ci-ma-do-muro, quando realmente existe uma resposta definitiva, para um lado ou para o outro, mas para a qual ainda não temos evidências (ou não compreendemos a evidência, ou não tivemos tempo de ler a evidência etc.)- O ATP  seria uma posição razoável em relação à extinção permiana. Há uma verdade lá fora, e um dia esperamos conhecê-la, embora no momento não a conheçamos. Mas há também um tipo de em-cima-do-muro profundamente inescapável, que chamarei de APP (Agnosticismo Permanente por Princípio). O estilo APP de agnosticismo é adequado para dúvidas que jamais podem ser respondidas, não importa quantas provas coletemos, já que a própria idéia de prova não se aplica. A dúvida existe num plano diferente, ou numa dimensão diferente, além da zona que as provas podem alcançar. Um exemplo pode ser a velha charada filosófica: você vê o vermelho do mesmo jeito que eu? Quem sabe seu vermelho seja o meu verde, ou alguma coisa completamente diferente de qualquer cor que eu possa imaginar. Os filósofos citam essa como uma dúvida que jamais pode ser respondida, não importam quantas evidências possam um dia ficar disponíveis. E alguns cientistas e outros intelectuais estão convencidos — convencidos demais, na minha opinião — de que a existência de Deus pertence à categoria de APP para sempre inacessível. A partir daí, como veremos, eles muitas vezes fazem a dedução pouco lógica de que a hipótese da existência de Deus e a hipótese de sua inexistência têm exatamente a mesma probabilidade de estar certas. A opinião que defenderei é bem diferente: o agnosticismo sobre a existência de Deus pertence firmemente à categoria temporária, ou ATP. Ou ele existe ou não existe. É uma pergunta científica; um dia talvez conheçamos a resposta, e enquanto isso podemos dizer coisas bem categóricas sobre as probabilidades.

Na história das idéias, há exemplos de dúvidas que foram respondidas e que até então tinham sido consideradas para sempre fora do alcance da ciência. Em 1835, o consagrado filósofo francês Auguste Comte escreveu, sobre as estrelas: "Jamais poderemos estudar, por nenhum método, sua composição química ou sua estrutura mineralógica". Mas antes mesmo de Comte cunhar essa frase Fraunhofer tinha começado a usar seu espectroscópio para analisar a composição química do Sol. Hoje os espectrosco-pistas destroem diariamente o agnosticismo de Comte com suas análises a longa distância da composição química exata de estrelas distantes. Fosse qual fosse o status exato do agnosticismo astronómico de Comte, essa história sugere, no mínimo, que devemos hesitar antes de proclamar alto demais a veracidade eterna do agnosticismo. Ainda assim, em se tratando de Deus, boa parte dos filósofos e cientistas faz isso sem pestanejar, a começar pelo próprio inventor da palavra, T. H. Huxley.

Huxley explicou seu novo termo ao rebater um ataque pessoal provocado pela palavra. O diretor do King's College de Londres, o reverendo Wace, havia despejado desdém sobre o "agnosticismo covarde" de Huxley:

Ele pode preferir se autodenominar agnóstico; mas seu nome real é bem mais antigo — ele é um infiel; quer dizer, um descrente. A palavra infiel talvez carregue em si um significado desagradável. Talvez ela devesse mesmo. É, e deveria ser, uma coisa desagradável para um homem ter de dizer simplesmente que não acredita em Jesus Cristo. 

Huxley não era um homem que deixasse passar esse tipo de provocação, e sua resposta, em 1889, foi tão afiada quanto poderíamos esperar (embora jamais se afastando do escrúpulo das boas maneiras: como o buldogue de Darwin, seus dentes foram afiados pela ironia polida vitoriana). Depois de ter dado ao Dr. Wace sua merecida reprimenda e eliminado os vestígios, Huxley voltou à palavra "agnóstico" e explicou como chegou até ela. Os outros, afirmou ele, tinham bastante certeza de ter alcançado uma certa "gnose" — a de que haviam, de forma mais ou menos bem-sucedida, solucionado o problema da existência; enquanto eu tinha bastante certeza de não tê-la alcançado, e tinha uma convicção bem forte de que o problema era insolúvel. E, com Hume e Kant ao meu lado, não me considerei presunçoso por me apegar àquela opinião [...] Então pensei e inventei o que considerei o título apropriado de "agnóstico".

Mais adiante em seu discurso, Huxley explicou que os agnósticos não têm credo, nem um credo negativo.

O agnosticismo, na verdade, não é um credo, mas um método, a essência do que está na aplicação rigorosa de um único princípio [...] De forma categórica, o princípio pode ser expresso assim: Em questões do intelecto, não finja que as conclusões estão corretas quando elas não foram demonstradas ou não são demonstráveis. É isso que assumo como a fé agnóstica, que, se for mantida inteira e impoluta por um homem, ele não terá vergonha de encarar o universo, independentemente do que o futuro possa lhe reservar. 

Para um cientista essas são palavras nobres, e não se critica T. H. Huxley levianamente. Mas Huxley, em sua concentração na absoluta impossibilidade de comprovar ou contraprovar Deus, parece ter ignorado a nuance da probabilidade. O fato de que não se pode nem comprovar nem contraprovar a existência de alguma coisa não coloca a existência e a inexistência em pé de igualdade. Não acho que Huxley teria discordado, e suspeito que, quando ele parecia fazê-lo, estava recuando para fazer uma concessão em um ponto, na intenção de reforçar outro. Todos nós já fizemos isso alguma vez na vida. Ao contrário de Huxley, sugerirei que a existência de Deus é uma hipótese científica como qualquer outra. Mesmo sendo difícil de pôr à prova na prática, ela pertence à mesma categoria de ATP, ou agnosticismo temporário, quanto as controvérsias sobre as extinções do Permiano e do Cretáceo. A existência ou inexistência de Deus é um fato científico sobre o universo, passível de ser descoberto por princípio, se não na prática. Se ele existisse e resolvesse revelar esse fato, o próprio Deus poderia argumentar, inequivocamente, a seu favor. E, mesmo que a existência de Deus jamais seja comprovada nem descartada com certeza, as evidências existentes e o raciocínio podem criar uma estimativa de probabilidade que se afaste dos 50%. Levemos, então, a sério a idéia do espectro de probabilidades e coloquemos ao longo dele os juízos humanos sobre a existência de Deus, entre dois extremos de certezas opostas. O espectro é contínuo, mas pode ser representado por sete marcos:

1 Teísta convicto. Probabilidade de 100% de que Deus existe. Nas palavras de C. G. Jung, "Eu não acredito, eu sei".
2 Probabilidade muito alta, mas que não chega aos 100%. Teísta de facto. "Não tenho como saber com certeza, mas acredito fortemente em Deus e levo minha vida na pressuposição de que ele está lá."
3 Maior que 50%, mas não muito alta. Tecnicamente agnóstico, mas com uma tendência ao teísmo. "Tenho muitas incertezas, mas estou inclinado a acreditar em Deus."
4 Exatamente 50%. Agnóstico completamente imparcial. "A existência e a inexistência de Deus têm probabilidades exatamente iguais."
5 Inferior a 50%, mas não muito baixa. Tecnicamente agnóstico, mas com uma tendência ao ateísmo. "Não sei se Deus existe, mas estou inclinado a não acreditar."
6 Probabilidade muito baixa, mas que não chega a zero. Ateu de facto. "Não tenho como saber com certeza, mas acho que Deus é muito improvável e levo minha vida na pressuposição de que ele não está lá."
7 Ateu convicto. "Sei que Deus não existe, com a mesma convicção com que Jung 'sabe' que ele existe."

Eu ficaria surpreso de encontrar muita gente na categoria 7, mas a incluo em nome da simetria com a categoria 1, que é bastante populosa. É da natureza da fé que alguém seja capaz, como Jung, de ter uma crença sem nenhum motivo adequado para tal (Jung também acreditava que alguns livros específicos de sua estante explodiam com um grande estrondo). Os ateus não têm fé; e a razão, sozinha, não tem como levar alguém à convicção plena de que alguma coisa definitivamente não existe. Daí por que a categoria 7, na prática, é muito mais deserta que seu oposto, a categoria l, que tem tantos habitantes devotados. Coloco-me na categoria 6, mas tendendo para a 7 — sou agnóstico na mesma proporção em que sou agnóstico a respeito de fadas escondidas no jardim. O espectro de probabilidades funciona bem para o ATP. É superficialmente tentador encaixar o APP (Agnosticismo Permanente por Princípio) no meio do espectro, com uma probabilidade de 50% da existência de Deus, mas isso não é correto. Os agnósticos APP declaram que não se pode dizer nada, nem para um lado nem para o outro, em relação à dúvida sobre a existência de Deus. A questão, para os agnósticos APP, é irrespondível por princípio, e eles devem se recusar terminantemente a se encaixar em qualquer ponto do espectro das probabilidades. O fato de que não tenho como saber se seu vermelho é a mesma coisa que meu verde não faz com que a probabilidade seja de 50%. A proposição que se pode oferecer é sem sentido demais para ser agraciada com uma probabilidade. Mesmo assim, é um erro comum, que encontraremos novamente, assumir, a partir da premissa de que a dúvida sobre a existência de Deus é um princípio irrespondível, que sua existência ou inexistência têm probabilidades iguais. Outra forma de expressar esse erro é em termos do ónus da prova, e nesse formato ele é demonstrado divertidamente pela parábola de Bertrand Russell sobre o bule celeste. Muitos ortodoxos falam como se fosse obrigação dos céticos contraprovar dogmas consagrados, e não dos dogmáticos comprová-los. Isso é, claro, um equívoco. Se eu sugerisse que entre a Terra e Marte há um bule de chá chinês rodando em torno do Sol numa órbita elíptica, ninguém seria capaz de contraprovar minha afirmação, desde que eu tenha tido o cuidado de acrescentar que o bule é pequeno demais para ser revelado até pelos nossos telescópios mais potentes. Mas, se eu prosseguisse dizendo que, como minha afirmação não pode ser contraprovada, é uma presunção intolerável por parte da razão humana duvidar dela, imediatamente achariam que eu estava falando maluquices. Se, porém, a existência do bule tivesse sido declarada em livros antigos, ensinada como a verdade sagrada todos os domingos e instilada na cabeça das crianças na escola, a hesitação em acreditar em sua existência se tornaria um traço de excentricidade e garantiria ao questionador o atendimento por psiquiatras numa era esclarecida ou por um inquisidor em eras anteriores. Não perderíamos tempo falando disso porque ninguém, que eu saiba, tem adoração por bules;* mas, sob pressão, não hesitaríamos em declarar nossa forte crença de que positivamente não existe um bule em órbita. Mesmo assim, em termos estritos, seríamos todos agnósticos ao bule: não podemos provar, com certeza, que não existe um bule celeste. Na prática, afastamo-nos do agnosticismo do bule na direção do a-buleísmo.



Agnosticism (First published in Nineteenth Century, February 1889)


Within the last few months the public has received much and varied information on the subject of agnostics, their tenets, and even their future. Agnosticism exercised the orators of the Church Congress at Manchester.It has been furnished with a set of "articles" fewer, but not less rigid, and certainly not less consistent than the thirty-nine; its nature has been analysed, and its future severely predicted by the most eloquent of that prophetical school whose Samuel is Auguste Comte. It may still be a question, however, whether the public is as much the wiser as might be expected, considering all the trouble that has been taken to enlighten it. Not only are the three accounts of the agnostic position sadly out of harmony with one another, but I propose to show cause for my belief that all three must be seriously questioned by any one who employs the term "agnostic" in the sense in which it was originally used. The learned Principal of King's College, who brought [ 330 ]the topic of Agnosticism before the Church Congress, took a short and easy way of settling the business:—

But if this be so, for a man to urge, as an escape from this article of belief, that he has no means of a scientific knowledge of the unseen world, or of the future, is irrelevant. His difference from Christians lies not in the fact that he has no knowledge of these things, but that he does not believe the authority on which they are stated. He may prefer to call himself an Agnostic; but his real name is an older one—he is an infidel; that is to say, an unbeliever. The word infidel, perhaps, carries an unpleasant significance. Perhaps it is right that it should. It is, and it ought to be, an unpleasant thing for a man to have to say plainly that he does not believe in Jesus Christ.[81]

So much of Dr. Wace's address either explicitly or implicitly concerns me, that I take upon myself to deal with it; but, in so doing, it must be understood that I speak for myself alone. I am not aware that there is any sect of Agnostics; and if there be, I am not its acknowledged prophet or pope. I desire to leave to the Comtists the entire monopoly of the manufacture of imitation ecclesiasticism.

Let us calmly and dispassionately consider Dr. Wace's appreciation of agnosticism. The agnostic, according to his view, is a person who says he has no means of attaining a scientific knowledge of the unseen world or of the future; by which somewhat loose [ 331 ]phraseology Dr. Wace presumably means the theological unseen world and future. I cannot think this description happy, either in form or substance, but for the present it may pass. Dr. Wace continues, that is not "his difference from Christians." Are there then any Christians who say that they know nothing about the unseen world and the future? I was ignorant of the fact, but I am ready to accept it on the authority of a professional theologian, and I proceed to Dr. Wace's next proposition.

The real state of the case, then, is that the agnostic "does not believe the authority" on which "these things" are stated, which authority is Jesus Christ. He is simply an old-fashioned "infidel" who is afraid to own to his right name. As "Presbyter is priest writ large," so is "agnostic" the mere Greek equivalent for the Latin "infidel." There is an attractive simplicity about this solution of the problem; and it has that advantage of being somewhat offensive to the persons attacked, which is so dear to the less refined sort of controversialist. The agnostic says, "I cannot find good evidence that so and so is true." "Ah," says his adversary, seizing his opportunity, "then you declare that Jesus Christ was untruthful, for he said so and so;" a very telling method of rousing prejudice. But suppose that the value of the evidence as to what Jesus may have said and done, and as to the exact nature and scope of his authority, is just that which the agnostic finds it most difficult to determine. If I venture to doubt that the Duke of Wellington gave the command "Up, Guards, [ 332 ]and at 'em!" at Waterloo, I do not think that even Dr. Wace would accuse me of disbelieving the Duke. Yet it would be just as reasonable to do this as to accuse any one of denying what Jesus said before the preliminary question as to what he did say is settled.

Now, the question as to what Jesus really said and did is strictly a scientific problem, which is capable of solution by no other methods than those practised by the historian and the literary critic. It is a problem of immense difficulty, which has occupied some of the best heads in Europe for the last century; and it is only of late years that their investigations have begun to converge towards one conclusion.[82]

That kind of faith which Dr. Wace describes and lauds is of no use here. Indeed, he himself takes pains to destroy its evidential value.


Agnosticismo (Primeira publicação na Nineteenth Century, fevereiro 1889)


Nos últimos meses, o público recebeu muitas e variadas informações sobre o assunto os agnósticos, seus dogmas, e até mesmo o seu futuro. Agnosticismo exercido os oradores do Congresso da Igreja em Manchester. Ele foi decorado com um conjunto de "artigos" menos, mas não menos rígida, e certamente não menos consistente do que trinta e nove.; sua natureza foi analisada, e seu futuro severamente previsto pelo mais eloquente de que a escola profética cuja Samuel é Auguste Comte. Ela ainda pode ser uma questão, no entanto, se o público é tanto o mais sábio como seria de esperar, considerando todos os problemas que foi tomado para esclarecer isso. Não são apenas as três contas da posição agnóstica, infelizmente, fora de harmonia uns com os outros, mas me proponho a mostrar a causa de minha crença de que todos os três devem ser seriamente questionados por qualquer um que emprega o termo "agnóstico", no sentido em que foi utilizado originalmente. O diretor soube da Faculdade do rei, que trouxe [330] o tema do agnosticismo antes do Congresso da Igreja, tomou um caminho curto e fácil de resolver o negócio: 

- Mas se isto é assim, para um homem exortar, como uma fuga a partir deste artigo da crença, que ele não tem meio de um conhecimento científico do mundo invisível, ou do futuro, é irrelevante. Sua diferença dos cristãos não reside no fato de que ele não tem conhecimento destas coisas, mas que ele não acredita que a autoridade à qual são demonstrados. Ele pode preferir chamar-se um agnóstico; mas seu verdadeiro nome é uma mais antiga, ele é um infiel; ou seja, um descrente. A palavra infiel, talvez, carrega um significado desagradável. Talvez seja certo que deveria. Ele é, e deveria ser, uma coisa desagradável para um homem ter que dizer claramente que ele não acredita em Jesus Cristo. [81]

Portanto, muito do endereço do Dr. Wace explícita ou implicitamente me diz respeito, que eu tomar sobre mim para lidar com isso; mas, ao fazê-lo, deve-se entender que falo por mim mesmo sozinho. Eu não estou ciente de que não há nenhuma seita de Agnósticos; e se há, eu não sou seu profeta reconhecido ou papa. Eu desejo de deixar para os comtistas todo o monopólio do fabrico de imitação ecclesiasticism.

Vamos com calma e desapaixonadamente considerar apreciação do agnosticismo do Dr. Wace. O agnóstico, de acordo com seu ponto de vista, é uma pessoa que diz que não tem meios para alcançar um conhecimento científico do mundo invisível ou do futuro; pelo qual um pouco solta [331] fraseologia Dr. Wace presumivelmente significa o mundo invisível teológica e futuro. Eu não posso pensar esta descrição feliz, nem na forma nem substância, mas para o presente, pode passar. Dr. Wace continua, que não é "sua diferença em relação a cristãos". Há então quaisquer cristãos que dizem que eles não sabem nada sobre o mundo invisível e do futuro? Eu era ignorante do fato, mas estou pronto para aceitá-la sob a autoridade de um teólogo profissional, e eu avançar para a próxima proposta do Dr. Wace.

O estado real do caso, então, é que o agnóstico "não acredita que a autoridade" na qual "estas coisas" estão demonstrados, qual é a autoridade de Jesus Cristo. Ele é simplesmente um antiquado "infiel" que tem medo de possuir em seu nome certo. Como "Presbítero é sacerdote em larga escala", por isso é o mero equivalente grego "agnóstico" para o latim "infiel". Existe uma simplicidade atraente sobre esta solução do problema; e tem essa vantagem de ser um pouco ofensivo para as pessoas atacadas, o que é tão querida para o tipo menos refinado de polemista. O agnóstico diz: "Eu não consigo encontrar uma boa evidência de que fulano de tal é verdade." "Ah", diz seu adversário, aproveitando sua oportunidade ", então você declarar que Jesus Cristo era mentiroso, pois ele disse assim e assim"; um método muito revelador de preconceito empolgante. Mas suponha que o valor dos elementos de prova, como o que Jesus pode ter dito e feito, e quanto à natureza exata eo alcance de sua autoridade, é exatamente isso que o agnóstico acha mais difícil de determinar. Se atrevo-me a duvidar de que o duque de Wellington deu a ordem "para cima, Guarda, [332] ea 'em!" em Waterloo, eu não acho que mesmo Dr. Wace me acusam de desacreditar o Duque. No entanto, seria apenas como razoável para fazer isso como a acusar qualquer um de negar o que Jesus disse antes a questão preliminar quanto ao que ele disse está resolvido.

Agora, a questão de saber o que Jesus realmente disse e fez é estritamente um problema científico, que é capaz de solução por nenhum outro método do que as praticadas pelo historiador e crítico literário. É um problema de enorme dificuldade, que tem ocupado algumas das melhores cabeças na Europa para o século passado; e é somente de anos de atraso que suas investigações começaram a convergir para uma conclusão. [82]

Esse tipo de fé que o Dr. Wace descreve e louva é de nenhum uso aqui. Na verdade, ele mesmo se esforça para destruir o seu valor probatório.

"What made the Mahommedan world? Trust and faith in the declarations and assurances of Mahommed. And what made the Christian world? Trust and [ 333 ]faith in the declarations and assurances of Jesus Christ and His Apostles" (l. c. p. 253). The triumphant tone of this imaginary catechism leads me to suspect that its author has hardly appreciated its full import. Presumably, Dr. Wace regards Mahommed as an unbeliever, or, to use the term which he prefers, infidel; and considers that his assurances have given rise to a vast delusion which has led, and is leading, millions of men straight to everlasting punishment. And this being so, the "Trust and faith" which have "made the Mahommedan world," in just the same sense as they have "made the Christian world," must be trust and faith in falsehood. No man who has studied history, or even attended to the occurrences of everyday life, can doubt the enormous practical value of trust and faith; but as little will he be inclined to deny that this practical value has not the least relation to the reality of the objects of that trust and faith. In examples of patient constancy of faith and of unswerving trust, the Acta Martyrum do not excel the annals of Babism.[83]

The discussion upon which we have now entered goes so thoroughly to the root of the whole matter; the question of the day is so completely, as the author of Robert Elsmere says, the value of testimony, that I shall offer no apology for following it out somewhat in detail; and, by way of giving substance to the [ 334 ]argument, I shall base what I have to say upon a case, the consideration of which lies strictly within the province of natural science, and of that particular part of it known as the physiology and pathology of the nervous system.

I find, in the second Gospel (chap. v.), a statement, to all appearance intended to have the same evidential value as any other contained in that history. It is the well-known story of the devils who were cast out of a man, and ordered, or permitted, to enter into a herd of swine, to the great loss and damage of the innocent Gerasene, or Gadarene, pig owners. There can be no doubt that the narrator intends to convey to his readers his own conviction that this casting out and entering in were effected by the agency of Jesus of Nazareth; that, by speech and action, Jesus enforced this conviction; nor does any inkling of the legal and moral difficulties of the case manifest itself.

On the other hand, everything that I know of physiological and pathological science leads me to entertain a very strong conviction that the phenomena ascribed to possession are as purely natural as those which constitute small-pox; everything that I know of anthropology leads me to think that the belief in demons and demoniacal possession is a mere survival of a once universal superstition, and that its persistence, at the present time, is pretty much in the inverse ratio of the general instruction, intelligence, and sound judgment of the population among whom it prevails. Everything that I know of law and [ 335 ]justice convinces me that the wanton destruction of other people's property is a misdemeanour of evil example. Again, the study of history, and especially of that of the fifteenth, sixteenth, and seventeenth centuries, leaves no shadow of doubt on my mind that the belief in the reality of possession and of witchcraft, justly based, alike by Catholics and Protestants, upon this and innumerable other passages in both the Old and New Testaments, gave rise, through the special influence of Christian ecclesiastics, to the most horrible persecutions and judicial murders of thousands upon thousands of innocent men, women, and children. And when I reflect that the record of a plain and simple declaration upon such an occasion as this, that the belief in witchcraft and possession is wicked nonsense, would have rendered the long agony of mediæval humanity impossible, I am prompted to reject, as dishonouring, the supposition that such declaration was withheld out of condescension to popular error.

"Come forth, thou unclean spirit, out of the man" (Mark v. 8),[84] are the words attributed to Jesus. If I declare, as I have no hesitation in doing, that I utterly disbelieve in the existence of "unclean spirits," and, consequently, in the possibility of their "coming forth" out of a man, I suppose that Dr. Wace will tell me I am disregarding the testimony "of our Lord" (l. c. p. 255). For if these words were really used, the most resourceful of reconcilers can hardly venture to affirm that they are compatible with a disbelief in "these things." As the learned and [ 336 ]fair-minded, as well as orthodox, Dr. Alexander remarks, in an editorial note to the article "Demoniacs," in the Biblical Cyclopædia (vol. i. p. 664, note):—


"O que fez a Mahommedan mundo? Confiança e fé nas declarações e garantias de Maomé. E o que fez o mundo cristão? Confiança e [333] fé nas declarações e garantias de Jesus Cristo e Seus Apóstolos" (LCP 253). O tom triunfante deste catecismo imaginário me leva a suspeitar que seu autor tem quase apreciado sua importação completa. Presumivelmente, Dr. Wace respeita Maomé como um incrédulo, ou, para usar o termo que ele prefere, infiel; e considera que as suas garantias têm dado origem a uma vasta ilusão que levou, e está liderando, milhões de homens em linha reta para o castigo eterno. E sendo assim, a "confiança e fé" que "fez o mundo Mahommedan," apenas no mesmo sentido que eles têm "feito no mundo cristão," tem de haver confiança e fé em mentiras. Nenhum homem que estudou a história, ou até mesmo aberto às ocorrências da vida diária, pode duvidar do valor prático enorme de confiança e fé; mas tão pouco ele estará inclinado a negar que esse valor prático não tem a menor relação com a realidade dos objetos de que a confiança e a fé. Em exemplos de constância paciente de fé e de confiança inabalável, a Acta Martyrum não excel os anais da Babismo. [83]

A discussão sobre a qual entramos agora vai tão bem para a raiz de toda a questão; a pergunta do dia é tão completamente, como o autor de Robert Elsmere diz, o valor do testemunho, que eu lhe oferecer nenhuma desculpa para que se lhe segue-se um pouco em detalhe; e, por meio de dar substância à [334] argumento, irei basear o que eu tenho a dizer sobre um caso, a consideração de que se encontra estritamente dentro da província da ciência natural, e de que determinada parte dela conhecida como a fisiologia e patologia do sistema nervoso.

Acho que, no segundo Evangelho (cap. V.), uma declaração, ao que tudo indica a intenção de ter o mesmo valor probatório que qualquer outro contido nessa história. É a história bem conhecida dos demônios que foram expulsos de um homem, e ordenados, ou permitidas, para entrar em um rebanho de suínos, para a grande perda e danos da geraseno inocente, ou Gadarene, proprietários do porco. Não pode haver dúvida de que o narrador pretende transmitir aos seus leitores a sua própria convicção de que esta expulsão e entrar em foram efectuadas pelo organismo de Jesus de Nazaré; que, pelo discurso e ação, Jesus reforçou esta convicção; nem qualquer indício das dificuldades legais e morais do caso se manifestar.

Por outro lado, tudo o que eu sei de ciência fisiológico e patológico me leva a entreter uma forte convicção de que os fenômenos atribuídos a posse são tão puramente natural, como as que constituem varíola; tudo o que eu sei da antropologia me leva a pensar que a crença em demônios e possessão demoníaca é uma mera sobrevivência de uma superstição, uma vez universal, e que a sua persistência, no tempo presente, é muito bonito na razão inversa da instrução geral, inteligência e bom senso da população entre os quais prevalece. Tudo o que eu sei de direito e [335] justiça me convence de que a destruição gratuita de propriedade de outras pessoas é um delito de mau exemplo. Mais uma vez, o estudo da história e, especialmente, do que do décimo quinto, décimo sexto, e séculos XVII, não deixa sombra de dúvida em minha mente que a crença na realidade da possessão e da feitiçaria, com base justa, tanto por católicos e protestantes, sobre esta e inúmeras outras passagens, tanto no Antigo como no Novo Testamento, deu origem, através da influência especial de eclesiásticos cristãos, às perseguições mais horríveis e assassinatos judiciais de milhares e milhares de homens inocentes, mulheres e crianças. E quando eu reflito que o registro de uma declaração clara e simples sobre uma ocasião como esta, que a crença na feitiçaria e posse é um disparate ímpio, teria tornado a longa agonia da humanidade mediæval impossível, sou solicitado a rejeitar, como desonrar, a suposição de que tal declaração foi retido fora de condescendência para erro popular.

"Sai daí, espírito imundo, fora do homem" (Marcos v. 8), [84] são as palavras atribuídas a Jesus. Se eu declaro, como eu não tenho nenhuma hesitação em fazer, que eu absolutamente não acreditar na existência de "espíritos imundos", e, conseqüentemente, na possibilidade de seu "surgimento" de um homem, eu suponho que o Dr. Wace vontade me diga que eu estou ignorando o testemunho "de nosso Senhor" (LCP 255). Pois, se estas palavras foram realmente utilizadas, o mais engenhoso dos conciliadores dificilmente pode se aventurar a afirmar que elas são compatíveis com uma descrença em "estas coisas". Como o aprendido e [336] imparcial, bem como ortodoxo, Dr. Alexander observa, em uma nota editorial para o artigo "Demoniacs", no bíblico Cyclopœdia (vol ip 664, nota.): -


... On the lowest grounds on which our Lord and His Apostles can be placed they must, at least, be regarded as honest men. Now, though honest speech does not require that words should be used always and only in their etymological sense, it does require that they should not be used so as to affirm what the speaker knows to be false. Whilst, therefore, our Lord and His Apostles might use the word δαιμονίζεσθαι, or the phrase δαιμόνιον ἔχειν, as a popular description of certain diseases, without giving in to the belief which lay at the source of such a mode of expression, they could not speak of demons entering into a man, or being cast out of him, without pledging themselves to the belief of an actual possession of the man by the demons. (Campbell, Prel. Diss. vi. 1, 10.) If, consequently, they did not hold this belief, they spoke not as honest men.

The story which we are considering does not rest on the authority of the second Gospel alone. The third confirms the second, especially in the matter of commanding the unclean spirit to come out of the man (Luke viii. 29); and, although the first Gospel either gives a different version of the same story, or tells another of like kind, the essential point remains: "If thou cast us out, send us away into the herd of swine. And He said unto them: Go!" (Matt. viii. 31, 32).

If the concurrent testimony of the three synoptics, then, is really sufficient to do away with all rational doubt as to a matter of fact of the utmost practical and speculative importance—belief or disbelief in which may affect, and has affected, men's lives and their conduct towards other men in the most serious [ 337 ]way—then I am bound to believe that Jesus implicitly affirmed himself to possess a "knowledge of the unseen world," which afforded full confirmation of the belief in demons and possession current among his contemporaries. If the story is true, the mediæval theory of the invisible world may be, and probably is, quite correct; and the witchfinders, from Sprenger to Hopkins and Mather, are much-maligned men.

On the other hand, humanity, noting the frightful consequences of this belief; common sense, observing the futility of the evidence on which it is based, in all cases that have been properly investigated; science, more and more seeing its way to enclose all the phenomena of so-called "possession" within the domain of pathology, so far as they are not to be relegated to that of the police—all these powerful influences concur in warning us, at our peril, against accepting the belief without the most careful scrutiny of the authority on which it rests.

I can discern no escape from this dilemma: either Jesus said what he is reported to have said, or he did not. In the former case, it is inevitable that his authority on matters connected with the "unseen world" should be roughly shaken; in the latter, the blow falls upon the authority of the synoptic gospels. If their report on a matter of such stupendous and far-reaching practical import as this is untrustworthy, how can we be sure of its trustworthiness in other cases? The favourite "earth," in which the hard-pressed reconciler takes refuge, that the Bible does [ 338 ]not profess to teach science,[85] is stopped in this instance. For the question of the existence of demons and of possession by them, though it lies strictly within the province of science, is also of the deepest moral and religious significance. If physical and mental disorders are caused by demons, Gregory of Tours and his contemporaries rightly considered that relics and exorcists were more useful than doctors; the gravest questions arise as to the legal and moral responsibilities of persons inspired by demoniacal impulses; and our whole conception of the universe and of our relations to it becomes totally different from what it would be on the contrary hypothesis.

The theory of life of an average mediæval Christian was as different from that of an average nineteenth-century Englishman as that of a West African negro is now, in these respects. The modern world is slowly, but surely, shaking off these and other monstrous survivals of savage delusions, and, whatever happens, [ 339 ]it will not return to that wallowing in the mire. Until the contrary is proved, I venture to doubt whether, at this present moment, any Protestant theologian, who has a reputation to lose, will say that he believes the Gadarene story.



... No menor fundamento em que nosso Senhor e seus apóstolos podem ser colocados devem, pelo menos, ser considerados como homens honestos. Agora, porém discurso honesto não exige que as palavras devam ser usadas ​​sempre e apenas em seu sentido etimológico, ele exige que eles não devem ser usados ​​de modo a afirmar o que o falante sabe ser falsa. Embora, portanto, nosso Senhor e Seus Apóstolos pode usar a palavra δαιμονίζεσθαι, ou a frase δαιμόνιον ἔχειν, como uma descrição popular de certas doenças, sem ceder à crença de que estava na origem de um tal modo de expressão, não puderam falar de demônios entra no homem, ou ser expulso dele, sem comprometendo-se com a crença de uma posse real do homem pelos demônios. (Campbell, Prel. Diss. Vi. 1, 10.) Se, por conseguinte, eles não mantenha essa crença, eles falaram homens não tão honestos.

A história que estamos considerando não repousa sobre a autoridade do segundo Evangelho sozinho. O terceiro confirma o segundo, especialmente na questão de comandar o espírito imundo que saísse do homem (Luke viii 29.); e, embora o primeiro Evangelho ou dá uma versão diferente da mesma história, ou diz outra de como tipo, o ponto essencial permanece: "Se nos expulsas, manda-nos entrar naquela manada de porcos E Ele lhes disse:.: Vai! " (Matt. Viii. 31, 32).

Se o concorrente testemunho dos três sinóticos, então, é realmente suficiente para acabar com todas as dúvidas racionais quanto a uma questão de fato da maior prática e especulativa importância-crença ou descrença em que pode afetar, e afetou, a vida dos homens e sua conduta para com os outros homens no mais grave [337] maneira, então sou obrigado a acreditar que Jesus implicitamente afirmado-se de possuir um "conhecimento do mundo invisível", que proporcionou plena confirmação da crença em demônios e atual possessão entre seu contemporâneos. Se a história é verdadeira, a teoria medieval do mundo invisível pode ser, e provavelmente é, muito correto; e as witchfinders, de Sprenger para Hopkins e Mather, são homens muito criticado.

Por outro lado, a humanidade, observando as conseqüências terríveis dessa crença; senso comum, observando-se a inutilidade das provas em que se baseia, em todos os casos que foram devidamente investigados; ciência, cada vez mais vendo o seu caminho para incluir todos os fenômenos da chamada "posse" dentro do domínio da patologia, desde que eles não estão a ser relegado ao dos policiais, todas essas influências poderosas concordar em nos advertindo, em nosso perigo, contra a aceitação da crença sem o escrutínio mais cuidadoso da autoridade em que assenta.

Eu posso discernir há escapatória desse dilema: ou Jesus disse que ele é relatado para ter dito, ou ele não o fez. No primeiro caso, é inevitável que a sua autoridade em questões relacionadas com o "mundo invisível" deveria ser mais ou menos abalado; no segundo, o golpe recai sobre a autoridade dos evangelhos sinóticos. Se o seu relatório sobre um assunto de tanta importância prática estupenda e de longo alcance, pois isso não é confiável, como podemos ter certeza de sua confiabilidade em outros casos? A "terra", favorito em que o reconciliador duramente pressionado refugia-se, que a Bíblia faz [338] não professam ensinar ciência, [85] é interrompido neste caso. Para a questão da existência de demônios e de possessão por eles, embora ela se encontra rigorosamente dentro da província da ciência, é também o mais profundo de significado moral e religiosa. Se doenças físicas e mentais são causadas por demônios, Gregório de Tours e seus contemporâneos considerado, com razão, que as relíquias e exorcistas eram mais úteis do que os médicos; as questões mais graves surgem quanto às responsabilidades legais e morais de pessoas inspiradas por impulsos demoníacos; e toda a nossa concepção do universo e de nossas relações com ela se torna totalmente diferente do que seria na hipótese contrária.

A teoria da vida de um cristão medieval média era tão diferente da de uma média do século XIX inglês como a de um negro do Oeste Africano é agora, nestes aspectos. O mundo moderno é lenta, mas seguramente, sacudindo estes e outros sobreviventes monstruosas de delírios selvagens, e, aconteça o que acontecer, [339] ele não vai voltar ao que revolver-se no lamaçal. Até prova em contrário, atrevo-me a duvidar de que, no presente momento, qualquer teólogo protestante, que tem uma reputação a perder, vão dizer que ele acredita que a história Gadarene.


The choice then lies between discrediting those who compiled the Gospel biographies and disbelieving the Master, whom they, simple souls, thought to honour by preserving such traditions of the exercise of his authority over Satan's invisible world. This is the dilemma. No deep scholarship, nothing but a knowledge of the revised version (on which it is to be supposed all that mere scholarship can do has been done), with the application thereto of the commonest canons of common sense, is needful to enable us to make a choice between its alternatives. It is hardly doubtful that the story, as told in the first Gospel, is merely a version of that told in the second and third. Nevertheless, the discrepancies are serious and irreconcilable; and, on this ground alone, a suspension of judgment, at the least, is called for. But there is a great deal more to be said. From the dawn of scientific biblical criticism until the present day, the evidence against the long-cherished notion that the three synoptic Gospels are the works of three independent authors, each prompted by Divine inspiration, has steadily accumulated, until, at the present time, there is no visible escape from the conclusion that each of the three is a compilation consisting of a groundwork common to all three—the threefold tradition; and of a superstructure, consisting, firstly, [ 340 ]of matter common to it with one of the others, and, secondly, of matter special to each. The use of the terms "groundwork" and "superstructure" by no means implies that the latter must be of later date than the former. On the contrary, some parts of it may be and probably are, older than some parts of the groundwork.[86]

The story of the Gadarene swine belongs to the groundwork; at least, the essential part of it, in which the belief in demoniac possession is expressed, does; and therefore the compilers of the first, second, and third Gospels, whoever they were, certainly accepted that belief (which, indeed, was universal among both Jews and pagans at that time), and attributed it to Jesus.

What, then, do we know about the originator, or originators, of this groundwork—of that threefold tradition which all three witnesses (in Paley's phrase) agree upon—that we should allow their mere statements to outweigh the counter arguments of humanity, of common sense, of exact science, and to imperil the respect which all would be glad to be able to render to their Master?

Absolutely nothing.[87] There is no proof, nothing [ 341 ]more than a fair presumption, that any one of the Gospels existed, in the state in which we find it in the authorised version of the Bible, before the second century, or, in other words, sixty or seventy years after the events recorded. And, between that time and the date of the oldest extant manuscripts of the Gospels, there is no telling what additions and alterations and interpolations may have been made. It may be said that this is all mere speculation, but it is a good deal more. As competent scholars and honest men, our revisers have felt compelled to point out that such things have happened even since the date of the oldest known manuscripts. The oldest two copies of the second Gospel end with the 8th verse of the 16th chapter; the remaining twelve verses are spurious, and it is noteworthy that the maker of the addition has not hesitated to introduce a speech in which Jesus promises his disciples that "in My name shall they cast out devils."

The other passage "rejected to the margin" is still more instructive. It is that touching apologue, with its profound ethical sense, of the woman taken in adultery—which, if internal evidence were an infallible guide, might well be affirmed to be a typical example of the teachings of Jesus. Yet, say the revisers, pitilessly, "Most of the ancient authorities omit John vii. 53-viii. 11." Now let any reasonable man ask himself this question. If, after an approximate settlement of the canon of the New Testament, and even later than the fourth and fifth centuries, literary fabricators had the skill and the audacity to [ 342 ]make such additions and interpolations as these, what may they have done when no one had thought of a canon; when oral tradition, still unfixed, was regarded as more valuable than such written records as may have existed in the latter portion of the first century? Or, to take the other alternative, if those who gradually settled the canon did not know of the existence of the oldest codices which have come down to us; or if, knowing them, they rejected their authority, what is to be thought of their competency as critics of the text?


A escolha, em seguida, encontra-se entre desacreditar aqueles que compilou as biografias do Evangelho e desacreditar o Mestre, a quem eles, almas simples, pensado para honrar ao preservar essas tradições do exercício da sua autoridade sobre o mundo invisível de Satanás. Este é o dilema. Nenhuma bolsa de estudos profundos, nada mais que um conhecimento da versão revista (em que é de se supor que todos mera bolsa de estudos pode não foi feito), com a aplicação da mesma dos cânones mais comuns de senso comum, é necessária para nos permitir fazer uma escolha entre suas alternativas. Dificilmente é duvidoso que a história, como disse no primeiro Evangelho, é apenas uma versão do que disse na segunda e terceira. No entanto, as discrepâncias são graves e irreconciliável; e, exclusivamente nesta base, a suspensão do julgamento, pelo menos, é chamado para. Mas há muito mais a ser dito. Desde o alvorecer da crítica bíblica científica até os dias atuais, as provas contra a noção há muito acalentado que os três Evangelhos sinópticos são as obras de três autores independentes, cada solicitado por inspiração divina, tem vindo acumulado, até que, no presente momento, não há escapatória visível a partir da conclusão de que cada um dos três é uma compilação que consiste em uma base comum a todos tradição de três a tríplice; e de uma superestrutura, que consiste, em primeiro lugar, [340] da matéria comum a ele com um dos outros, e, em segundo lugar, da matéria especial para cada. O uso dos termos "trabalho de base" e "superestrutura" de modo algum implica que estes últimos devem ser de data posterior à primeira. Pelo contrário, algumas partes dela pode ser, e provavelmente são, mais velho do que algumas partes do terreno. [86]

A história do suína Gadarene pertence o terreno; pelo menos, a parte essencial dela, em que a crença na possessão demoníaca é expressa, o faz; e, portanto, os compiladores do primeiro, segundo e terceiro Evangelhos, quem quer que fossem, certamente aceito que a crença (que, na verdade, era universal entre judeus e pagãos naquele tempo), e atribuiu a Jesus.

O que, então, fazer o que sabemos sobre o autor, ou autores, da base-de que a tradição tripla que todas as três testemunhas (na expressão de Paley) concordam upon-que devemos permitir que as suas meras declarações para compensar os contra-argumentos da humanidade, de senso comum, de ciência exata, e de pôr em perigo o respeito que todos ficaria feliz em ser capaz de render a seu Mestre?

Absolutamente nada. [87] Não há nenhuma prova, nada [341] mais do que uma presunção justo, que qualquer um dos Evangelhos existia, no estado em que nos encontramos-lo na versão autorizada da Bíblia, antes do segundo século, ou, em outras palavras, sessenta ou setenta anos após os eventos registrados. E, entre aquele tempo ea data dos mais antigos manuscritos existentes do evangelhos, não há como dizer o que podem ter sido feitas adições e alterações e interpolações. Pode-se dizer que tudo isso é mera especulação, mas é um bom negócio mais. Como estudiosos competentes e homens honestos, nossos revisores se sentiram compelidos a salientar que tais coisas aconteceram mesmo desde a data dos mais antigos manuscritos conhecidos. Os dois mais antigos exemplares da segunda extremidade Evangelho com o versículo 8 do capítulo 16; os restantes doze versos são espúrias, e é de salientar que o fabricante de adição não hesitou em apresentar um discurso em que Jesus promete a seus discípulos que "em meu nome expulsarão os demônios".

A outra passagem "rejeitado à margem" é ainda mais instrutivo. É que apólogo tocar, com o seu sentido ético profundo, da mulher apanhada em adultério-o que, se as provas internas eram um guia infalível, poderia muito bem ser afirmada a ser um exemplo típico dos ensinamentos de Jesus. No entanto, dizem os revisores, sem piedade, "A maioria das autoridades antigas omitir John vii. 53-viii. 11." Agora deixe que qualquer homem razoável se perguntar a essa pergunta. Se, após um acordo aproximada do cânon do Novo Testamento, e ainda mais tarde do que os séculos IV e V, fabricantes literárias teve a habilidade ea audácia de [342] fazer essas adições e interpolações como estes, o que eles podem ter feito quando ninguém tinha pensado em um cânone; quando a tradição oral, ainda não fixada, foi considerado como mais valioso do que esses registros escritos que possam ter existido na última parte do primeiro século? Ou, para tomar a outra alternativa, se aqueles que gradualmente se estabeleceram o cânone não sabia da existência dos códices mais antigos que chegaram até nós; ou se, sabendo-los, eles rejeitaram a sua autoridade, o que está a ser pensado de sua competência como os críticos do texto?



People who object to free criticism of the Christian Scriptures forget that they are what they are in virtue of very free criticism; unless the advocates of inspiration are prepared to affirm that the majority of influential ecclesiastics during several centuries were safeguarded against error. For, even granting that some books of the period were inspired, they were certainly few amongst many; and those who selected the canonical books, unless they themselves were also inspired, must be regarded in the light of mere critics, and, from the evidence they have left of their intellectual habits, very uncritical critics. When one thinks that such delicate questions as those involved fell into the hands of men like Papias (who believed in the famous millenarian grape story); of Irenæus with his "reasons" for the existence of only four Gospels; and of such calm and dispassionate judges as Tertullian, with his "Credo quia impossibile": the marvel is that the selection which constitutes our New Testament is as free as it is from obviously objectionable [ 343 ]matter. The apocryphal Gospels certainly deserve to be apocryphal; but one may suspect that a little more critical discrimination would have enlarged the Apocrypha not inconsiderably.

At this point a very obvious objection arises and deserves full and candid consideration. It may be said that critical scepticism carried to the length suggested is historical pyrrhonism; that if we are to altogether discredit an ancient or a modern historian, because he has assumed fabulous matter to be true, it will be as well to give up paying any attention to history. It may be said, and with great justice, that Eginhard's Life of Charlemagne is none the less trustworthy because of the astounding revelation of credulity, of lack of judgment, and even of respect for the eighth commandment, which he has unconsciously made in the History of the Translation of the Blessed Martyrs Marcellinus and Paul. Or, to go no further back than the last number of this Review, surely that excellent lady, Miss Strickland, is not to be refused all credence because of the myth about the second James's remains, which she seems to have unconsciously invented.

Of course this is perfectly true. I am afraid there is no man alive whose witness could be accepted, if the condition precedent were proof that he had never invented and promulgated a myth. In the minds of all of us there are little places here and there, like the indistinguishable spots on a rock which give foothold to moss or stonecrop; on which, if the germ of a myth fall, it is certain to grow, without in the least [ 344 ]degree affecting our accuracy or truthfulness elsewhere. Sir Walter Scott knew that he could not repeat a story without, as he said, "giving it a new hat and stick." Most of us differ from Sir Walter only in not knowing about this tendency of the mythopœic faculty to break out unnoticed. But it is also perfectly true that the mythopœic faculty is not equally active in all minds, nor in all regions and under all conditions of the same mind. David Hume was certainly not so liable to temptation as the Venerable Bede, or even as some recent historians who could be mentioned; and the most imaginative of debtors, if he owes five pounds, never makes an obligation to pay a hundred out of it. The rule of common sense is primâ facie to trust a witness in all matters in which neither his self-interest, his passions, his prejudices, nor that love of the marvellous, which is inherent to a greater or less degree in all mankind, are strongly concerned; and, when they are involved, to require corroborative evidence in exact proportion to the contravention of probability by the thing testified.

Now, in the Gadarene affair, I do not think I am unreasonably sceptical if I say that the existence of demons who can be transferred from a man to a pig, does thus contravene probability. Let me be perfectly candid. I admit I have no à priori objection to offer. There are physical things, such as tæniæ and trichinæ, which can be transferred from men to pigs, and vice versâ, and which do undoubtedly produce most diabolical and deadly effects on both. For [ 345 ]anything I can absolutely prove to the contrary, there may be spiritual things capable of the same transmigration, with like effects. Moreover I am bound to add that perfectly truthful persons, for whom I have the greatest respect, believe in stories about spirits of the present day, quite as improbable as that we are considering.

So I declare, as plainly as I can, that I am unable to show cause why these transferable devils should not exist; nor can I deny that, not merely the whole Roman Church, but many Wacean "infidels" of no mean repute, do honestly and firmly believe that the activity of such like demonic beings is in full swing in this year of grace 1889.



As pessoas que se opõem a crítica livre das Escrituras cristãs esquecer que eles são o que são em virtude de críticas muito livre; a menos que os defensores da inspiração estão preparados para afirmar que a maioria dos eclesiásticos influentes durante vários séculos foram salvaguardados contra o erro. Pois, mesmo admitindo que alguns livros do período foram inspirados, eles eram certamente alguns entre muitos; e aqueles que selecionou os livros canônicos, a menos que eles próprios também foram inspirados, deve ser considerado à luz das meras críticas, e, a partir da evidência de terem deixado de seus hábitos intelectuais, críticos muito acríticos. Quando se pensa que tais questões delicadas como aqueles envolvidos caiu nas mãos de homens como Papias (que acreditava na famosa história milenar de uva); de Ireneu de Lyon com suas "razões" para a existência de apenas quatro Evangelhos; e de tal calma e juízes desapaixonados como Tertuliano, com o seu "Credo quia impossibile": a maravilha é que a seleção que constitui o nosso Novo Testamento é tão livre como é a partir obviamente questionáveis ​​[343] assunto. O apócrifo Evangelho certamente merece ser apócrifo; mas pode-se suspeitar de que um pouco de discriminação mais crítica teria aumentado os apócrifos não insignificantemente.

Neste ponto, uma objeção muito óbvia surge e merece consideração plena e sincera. Pode ser dito que o cepticismo crítico realizada ao comprimento sugerido é Pyrrhonism histórico; que, se quisermos desacreditar completamente uma antiga ou um historiador moderno, porque ele assumiu matéria fabuloso para ser verdade, será bem a desistir de pagar qualquer atenção à história. Pode-se dizer, e com grande justiça, que a vida de Eginhard de Carlos Magno não é menos confiável por causa da revelação surpreendente de credulidade, de falta de juízo, e até mesmo de respeito para o oitavo mandamento, que ele inconscientemente feito na História da tradução do Santíssimo Mártires Marcelino e Paulo. Ou, para não ir mais longe do que o último número desta revisão, certamente que excelente senhora, senhorita Strickland, não está a ser recusado qualquer credibilidade por causa do mito sobre o segundo restos mortais de Tiago, que ela parece ter inventado inconscientemente.

Claro que isto é perfeitamente verdadeiro. Eu tenho medo não existe homem vivo cujo testemunho poderia ser aceite, se a condição precedente eram a prova de que ele nunca tinha inventado e promulgado um mito. Nas mentes de todos nós existem pequenos lugares aqui e ali, como as manchas indistintas em uma rocha que dão base ao musgo ou stonecrop; em que, se o germe de uma queda mito, é certo para crescer, sem, no mínimo [344] grau afetando nossa precisão ou veracidade outro lugar. Sir Walter Scott sabia que não podia repetir uma história sem, como ele disse, "dando-lhe um novo chapéu e bengala." A maioria de nós diferem de Sir Walter apenas em não saber sobre esta tendência da faculdade Mythopoeic para sair despercebido. Mas também é perfeitamente verdade que a faculdade Mythopoeic não é igualmente activa em todas as mentes, nem em todas as regiões e em todas as condições de uma mesma mente. David Hume certamente não era tão susceptível de tentação como o Venerável Bede, ou mesmo como alguns historiadores recentes que poderiam ser mencionados; eo mais imaginativo dos devedores, se ele deve £ 5, nunca faz uma obrigação de pagar uma centena de fora. A regra de senso comum é, prima facie, a confiar uma testemunha em todas as matérias em que nem a sua auto-interesse, suas paixões, seus preconceitos, nem que o amor do maravilhoso, que é inerente a uma maior ou menor grau em toda a humanidade, são fortemente em causa; e, quando eles estão envolvidos, para exigir evidências mais contundentes na exata proporção à infracção à probabilidade de a coisa testemunhou.

Agora, no caso Gadarene, eu não acho que eu sou excessivamente céticos se eu disser que a existência de demônios que podem ser transferidos de um homem para um porco, que, assim, contrariar probabilidade. Deixe-me ser absolutamente sincero. Eu admito que eu não tenho nenhuma objeção à priori para oferecer. Há coisas físicas, como tæniæ e triquinas, que podem ser transferidos de homens para os suínos, e vice-versa, e que, sem dúvida, fazer produzir efeitos mais diabólicas e mortais em ambos. Para [345] algo que eu possa provar absolutamente ao contrário, pode haver coisas espirituais capazes de o mesmo transmigração, com efeitos semelhantes. Além disso sou obrigado a acrescentar que as pessoas perfeitamente verdadeiras, por quem tenho o maior respeito, acredito em histórias sobre espíritos dos dias de hoje, tão improváveis ​​como que estamos considerando.

Então, eu declaro, tão claramente quanto eu posso, que eu sou incapaz de mostrar a causa por que esses demônios mobiliários não devem existir; nem posso negar que, não apenas toda a Igreja romana, mas muitos "infiéis" Wacean de não significa prestígio, que honestamente e acredito firmemente que a atividade de tais como seres demoníacos está em pleno andamento neste ano da graça de 1889.

Nevertheless, as good Bishop Butler says, "probability is the guide of life," and it seems to me that this is just one of the cases in which the canon of credibility and testimony, which I have ventured to lay down, has full force. So that, with the most entire respect for many (by no means for all) of our witnesses for the truth of demonology, ancient and modern, I conceive their evidence on this particular matter to be ridiculously insufficient to warrant their conclusion.[88]

[ 346 ]
After what has been said, I do not think that any sensible man, unless he happen to be angry, will accuse me of "contradicting the Lord and his Apostles" if I reiterate my total disbelief in the whole Gadarene story. But, if that story is discredited, all the other stories of demoniac possession fall under suspicion. And if the belief in demons and demoniac possession, which forms the sombre background of the whole picture of primitive Christianity presented to us in the New Testament, is shaken, what is to be said, in any case, of the uncorroborated testimony of the Gospels with respect to "the unseen world"?

I am not aware that I have been influenced by any more bias in regard to the Gadarene story than I have been in dealing with other cases of like kind the investigation of which has interested me. I was brought up in the strictest school of evangelical orthodoxy; and when I was old enough to think for myself, I started upon my journey of inquiry with little doubt about the general truth of what I had been taught; and with that feeling of the unpleasantness of being called an "infidel" which, we are told, is so right and proper. Near my journey's end, I find myself in a condition of something more than mere doubt about these matters.
[ 347 ]

In the course of other inquiries, I have had to do with fossil remains which looked quite plain at a distance, and became more and more indistinct as I tried to define their outline by close inspection. There was something there—something which, if I could win assurance about it, might mark a new epoch in the history of the earth; but, study as long as I might, certainty eluded my grasp. So has it been with me in my efforts to define the grand figure of Jesus as it lies in the primary strata of Christian literature. Is he the kindly, peaceful Christ depicted in the Catacombs? Or is he the stern Judge who frowns above the altar of SS. Cosmas and Damianus? Or can he be rightly represented by the bleeding ascetic, broken down by physical pain, of too many mediæval pictures? Are we to accept the Jesus of the second, or the Jesus of the fourth Gospel, as the true Jesus? What did he really say and do; and how much that is attributed to him, in speech and action, is the embroidery of the various parties into which his followers tended to split themselves within twenty years of his death, when even the threefold tradition was only nascent?

If any one will answer these questions for me with something more to the point than feeble talk about the "cowardice of agnosticism," I shall be deeply his debtor. Unless and until they are satisfactorily answered, I say of agnosticism in this matter, "J'y suis, et j'y reste."

No entanto, como diz o bom Bispo Butler, "probabilidade é o guia da vida", e parece-me que este é apenas um dos casos em que o cânone da credibilidade e testemunho, que eu me aventurei a estabelecer, tem força total. De modo que, com a maioria todo o respeito por muitos (de nenhuma maneira para todos) das nossas testemunhas da verdade de demonologia, o antigo eo moderno, eu conceber as suas provas nesta matéria especial, de ser ridiculamente insuficiente para justificar a sua conclusão. [88]
[346]

Depois do que foi dito, eu não acho que qualquer homem sensato, a menos que aconteça de estar com raiva, vai me acusar de "contrariando o Senhor e seus Apóstolos" se eu reitero a minha total descrença em toda a história Gadarene. Mas, se essa história é desacreditada, todas as outras histórias de possessão demoníaca cair sob suspeita. E se a crença em demônios e possessão demoníaca, o que forma o fundo sombrio de toda a imagem do cristianismo primitivo que nos é apresentado no Novo Testamento, é abalada, o que deve ser dito, em qualquer caso, do testemunho uncorroborated dos Evangelhos no que diz respeito ao "mundo invisível"?

Eu não estou ciente de que eu ter sido influenciado por qualquer viés mais em conta a história Gadarene do que tenho sido em lidar com outros casos de tipo como a investigação de que me interessou. Fui educado na escola mais estrita da ortodoxia evangélica; e quando eu tinha idade suficiente para pensar por mim mesmo, eu comecei em minha jornada de inquérito com pouca dúvida sobre a verdade geral de que eu tinha sido ensinado; e com aquela sensação de o dissabor de ser chamado de um "infiel" que, segundo nos dizem, é tão certo e apropriado. Perto do fim da minha jornada, eu me encontro em uma condição de algo mais do que mera dúvida sobre estes assuntos.
[347]

No curso de outras investigações, tive a ver com restos fósseis que parecia bastante simples à distância, e tornou-se mais e mais indistinta enquanto eu tentava definir seu contorno por uma inspeção rigorosa. Havia algo ali, algo que, se eu pudesse ganhar garantia sobre isso, pode marcar uma nova época na história da terra; mas, estudo, desde que eu poderia, segurança iludiu meu alcance. Então tem estado comigo em meus esforços para definir a grande figura de Jesus como ela se encontra nas camadas primária de literatura cristã. É ele o gentilmente, pacífica Cristo retratado nas Catacumbas? Ou ele é o juiz severo que franze a testa acima do altar da SS. Cosmas e Damianus? Ou ele pode ser corretamente representado pela ascética sangramento, discriminadas por dor física, de muitas fotos medievais? Será que estamos a aceitar a Jesus do segundo, ou o Jesus do quarto Evangelho, como o verdadeiro Jesus? O que ele realmente diz e faz; e como muito do que é atribuído a ele, no discurso e na ação, é o bordado das várias partes em que seus seguidores tendem a dividir-se dentro de vinte anos de sua morte, quando até mesmo a tradição tripla foi apenas nascente?

Se alguém irá responder a estas perguntas para mim com algo mais para o ponto fraco do que falar sobre a "covardia do agnosticismo," eu serei profundamente seu devedor. A menos que e até que sejam respondidas satisfatoriamente, eu digo de agnosticismo nesta matéria, "J'y suis, j'y reste et".


But, as we have seen, it is asserted that I have no business to call myself an agnostic; that if I am [ 348 ]not a Christian I am an infidel; and that I ought to call myself by that name of "unpleasant significance." Well, I do not care much what I am called by other people, and if I had at my side all those who, since the Christian era, have been called infidels by other folks, I could not desire better company. If these are my ancestors, I prefer, with the old Frank, to be with them wherever they are. But there are several points in Dr. Wace's contention which must be elucidated before I can even think of undertaking to carry out his wishes. I must, for instance, know what a Christian is. Now what is a Christian? By whose authority is the signification of that term defined? Is there any doubt that the immediate followers of Jesus, the "sect of the Nazarenes," were strictly orthodox Jews, differing from other Jews not more than the Sadducees, the Pharisees, and the Essenes differed from one another; in fact, only in the belief that the Messiah, for whom the rest of their nation waited, had come? Was not their chief, "James, the brother of the Lord," reverenced alike by Sadducee, Pharisee, and Nazarene? At the famous conference which, according to the Acts, took place at Jerusalem, does not James declare that "myriads" of Jews, who by that time had become Nazarenes, were "all zealous for the Law"? Was not the name of "Christian" first used to denote the converts to the doctrine promulgated by Paul and Barnabas at Antioch? Does the subsequent history of Christianity leave any doubt that, from this time forth, the "little rift within [ 349 ]the lute" caused by the new teaching, developed, if not inaugurated, at Antioch, grew wider and wider, until the two types of doctrine irreconcilably diverged? Did not the primitive Nazarenism, or Ebionism, develop into the Nazarenism, and Ebionism, and Elkasaitism of later ages, and finally die out in obscurity and condemnation as damnable heresy; while the younger doctrine throve and pushed out its shoots into that endless variety of sects, of which the three strongest survivors are the Roman and Greek Churches and modern Protestantism?

Singular state of things! If I were to profess the doctrine which was held by "James, the brother of the Lord," and by every one of the "myriads" of his followers and co-religionists in Jerusalem up to twenty or thirty years after the Crucifixion (and one knows not how much later at Pella), I should be condemned with unanimity as an ebionising heretic by the Roman, Greek, and Protestant Churches! And, probably, this hearty and unanimous condemnation of the creed held by those who were in the closest personal relation with their Lord is almost the only point upon which they would be cordially of one mind. On the other hand, though I hardly dare imagine such a thing, I very much fear that the "pillars" of the primitive Hierosolymitan Church would have considered Dr. Wace an infidel. No one can read the famous second chapter of Galatians and the book of Revelations without seeing how narrow was even Paul's escape from a similar [ 350 ]fate. And, if ecclesiastical history is to be trusted, the thirty-nine articles, be they right or wrong, diverge from the primitive doctrine of the Nazarenes vastly more than even Pauline Christianity did.

But, further than this, I have great difficulty in assuring myself that even James, "the brother of the Lord," and his "myriads" of Nazarenes, properly represented the doctrines of their Master. For it is constantly asserted by our modern "pillars" that one of the chief features of the work of Jesus was the instauration of Religion by the abolition of what our sticklers for articles and liturgies, with unconscious humour, call the narrow restrictions of the Law. Yet, if James knew this, how could the bitter controversy with Paul have arisen; and why did one or the other side not quote any of the various sayings of Jesus, recorded in the Gospels, which directly bear on the question—sometimes, apparently, in opposite directions?

So if I am asked to call myself an "infidel," I reply: To what doctrine do you ask me to be faithful? Is it that contained in the Nicene and the Athanasian Creeds? My firm belief is that the Nazarenes, say of the year 40, headed by James, would have stopped their ears and thought worthy of stoning the audacious man who propounded it to them. Is it contained in the so-called Apostles' Creed? I am pretty sure that even that would have created a recalcitrant commotion at Pella in the year 70, among the Nazarenes of Jerusalem, who had fled from the soldiers of Titus. And yet, if the [ 351 ]unadulterated tradition of the teachings of "the Nazarene" were to be found anywhere, it surely should have been amidst those not very aged disciples who may have heard them as they were delivered.


Mas, como vimos, afirma-se que eu não tenho nenhum negócio de chamar-me um agnóstico; que se eu sou [348] não é um cristão, sou um infiel; e que eu deveria me chamar por esse nome de "significado desagradável." Bem, eu não me importo muito com o que eu sou chamado por outras pessoas, e se eu tivesse ao meu lado todos aqueles que, desde a era cristã, foram chamados infiéis por outras pessoas, eu não poderia desejar melhor companhia. Se estes são os meus antepassados, eu prefiro, com o velho Frank, para estar com eles onde quer que estejam. Mas há vários pontos na disputa do Dr. Wace que devem ser elucidados antes que eu possa sequer pensar em compromisso de cumprir seus desejos. Devo, por exemplo, saber o que é um cristão. Agora, o que é um cristão? Por cuja autoridade é o significado desse termo definido? Existe alguma dúvida de que os seguidores imediatos de Jesus, o "seita dos nazarenos", eram judeus ortodoxos estritamente, diferindo de outros judeus não mais do que os saduceus, fariseus e essênios diferiam uns dos outros; na verdade, apenas na crença de que o Messias, para quem o resto de sua nação esperava, tinha vindo? Não era seu chefe, "James, o irmão do Senhor", reverenciado tanto por Sadducee, fariseu, eo Nazareno? Na famosa conferência que, segundo os Atos, teve lugar em Jerusalém, James não declarar que "milhares" de judeus, que por esse tempo tinham se tornado nazarenos, eram "zelosos da lei"? Não foi o nome de "cristãos" pela primeira vez utilizado para designar os convertidos à doutrina promulgado por Paulo e Barnabé em Antioquia? Será que a história subsequente do cristianismo deixar qualquer dúvida de que, a partir deste momento em diante, a "pequena racha dentro [349] o alaúde" causado pelo novo ensino, desenvolvido, se não for inaugurada, em Antioquia, cresceu mais e mais, até que os dois tipos de doutrina irreconcilably divergiram? Não fez o Nazarenism primitivo, ou ebionismo, evoluir para o Nazarenism, e ebionismo, e Elkasaitism de idades posteriores, e, finalmente, morrer na obscuridade e condenação como heresia condenável; enquanto o mais jovem vicejou doutrina e empurrado para fora os seus rebentos em que infinita variedade de seitas, das quais as três sobreviventes mais fortes são os romanos e gregos Igrejas e protestantismo moderno?

Singular estado de coisas! Se eu tivesse que professam a doutrina que foi realizada por "James, o irmão do Senhor", e por cada um dos “milhares” de seus seguidores e correligionários em Jerusalém até vinte ou trinta anos depois da crucificação (e não se sabe o quanto mais tarde em Pella), eu deveria ser condenado por unanimidade como um herege ebionising pelo romano, grego e Igrejas Protestantes! E, provavelmente, esta condenação farto e unânime do credo realizada por aqueles que estavam na relação pessoal mais próximo com o seu Senhor é quase o único ponto sobre o qual eles seriam cordialmente de uma mente. Por outro lado, embora eu mal ouse imaginar tal coisa, receio muito que os "pilares" da primitiva Igreja Hierosolymitan teriam considerado Dr. Wace um infiel. Ninguém pode ler o famoso segundo capítulo de Gálatas e o livro do Apocalipse, sem ver como era estreito mesmo fuga de Paulo a partir de um semelhante [350] destino. E, se a história eclesiástica é para ser confiável, os trinta e nove artigos, sejam eles certos ou errados, divergem da doutrina primitiva dos nazarenos muito mais do que até mesmo o cristianismo paulino fez.
Mas, mais do que isso, tenho muita dificuldade em assegurar-me de que, mesmo James, "o irmão do Senhor", e seus "miríades de" Nazarenos, representado adequadamente as doutrinas de seu Mestre. Para ele é constantemente afirmado pelos nossos modernos "pilares" que uma das principais características da obra de Jesus foi a instauração da Religião pela abolição do que o nosso sticklers artigos e liturgias, com humor inconsciente, chamam as restrições estreitas da Lei . No entanto, se James sabia disso, como poderia a controvérsia amarga com Paul surgiram; e por que um ou o outro lado não citar qualquer um dos vários ditos de Jesus, registradas nos Evangelhos, que tenham relação direta com a questão, às vezes, aparentemente, em direções opostas?

Então, se me pedem para me chamar um "infiel", eu respondo: Para o que a doutrina que você me pedir para ser fiel? É o que figura no Nicéia e os Credos Athanasian? Minha firme convicção é que os nazarenos, dizer do ano de 40, dirigido por James, teria taparam os ouvidos e achei digno de apedrejar o homem audacioso que propôs a eles. É contido no chamado Credo dos Apóstolos? Tenho a certeza que, mesmo que teria criado um tumulto recalcitrantes em Pella, no ano 70, entre os Nazarenos de Jerusalém, que tinham fugido dos soldados de Tito. E, no entanto, se o [351] tradição não adulterada dos ensinamentos de "o Nazareno" podiam ser encontrados em qualquer lugar, ele certamente deve ter sido entre aqueles discípulos não muito idosas, que podem ter ouvido falar deles como eles foram entregues.

Therefore, however sorry I may be to be unable to demonstrate that, if necessary, I should not be afraid to call myself an "infidel," I cannot do it. "Infidel" is a term of reproach, which Christians and Mahommedans, in their modesty, agree to apply to those who differ from them. If he had only thought of it, Dr. Wace might have used the term "miscreant," which, with the same etymological signification, has the advantage of being still more "unpleasant" to the persons to whom it is applied. But why should a man be expected to call himself a "miscreant" or an "infidel"? That St. Patrick "had two birthdays because he was a twin" is a reasonable and intelligible utterance beside that of the man who should declare himself to be an infidel on the ground of denying his own belief. It may be logically, if not ethically, defensible that a Christian should call a Mahommedan an infidel and vice versâ; but, on Dr. Wace's principles, both ought to call themselves infidels, because each applies the term to the other.

Now I am afraid that all the Mahommedan world would agree in reciprocating that appellation to Dr. Wace himself. I once visited the Hazar Mosque, the great University of Mahommedanism, in Cairo, in ignorance of the fact that I was unprovided with [ 352 ]proper authority. A swarm of angry undergraduates, as I suppose I ought to call them, came buzzing about me and my guide; and if I had known Arabic, I suspect that "dog of an infidel" would have been by no means the most "unpleasant" of the epithets showered upon me, before I could explain and apologise for the mistake. If I had had the pleasure of Dr. Wace's company on that occasion, the undiscriminative followers of the Prophet would, I am afraid, have made no difference between us; not even if they had known that he was the head of an orthodox Christian seminary. And I have not the smallest doubt that even one of the learned mollahs, if his grave courtesy would have permitted him to say anything offensive to men of another mode of belief, would have told us that he wondered we did not find it "very unpleasant" to disbelieve in the Prophet of Islam.

From what precedes, I think it becomes sufficiently clear that Dr. Wace's account of the origin of the name of "Agnostic" is quite wrong. Indeed, I am bound to add that very slight effort to discover the truth would have convinced him that, as a matter of fact, the term arose otherwise. I am loath to go over an old story once more; but more than one object which I have in view will be served by telling it a little more fully than it has yet been told.

Looking back nearly fifty years, I see myself as a boy, whose education had been interrupted, and who, intellectually, was left, for some years, altogether to his own devices. At that time, I was a voracious [ 353 ]and omnivorous reader; a dreamer and speculator of the first water, well endowed with that splendid courage in attacking any and every subject, which is the blessed compensation of youth and inexperience. Among the books and essays, on all sorts of topics from metaphysics to heraldry, which I read at this time, two left indelible impressions on my mind. One was Guizot's History of Civilisation, the other was Sir William Hamilton's essay On the Philosophy of the Unconditioned, which I came upon, by chance, in an odd volume of the Edinburgh Review. The latter was certainly strange reading for a boy, and I could not possibly have understood a great deal of it;[89] nevertheless, I devoured it with avidity, and it stamped upon my mind the strong conviction that, on even the most solemn and important of questions, men are apt to take cunning phrases for answers; and that the limitation of our faculties, in a great number of cases, renders real answers to such questions, not merely actually impossible, but theoretically inconceivable.

Philosophy and history having laid hold of me in this eccentric fashion, have never loosened their grip. I have no pretension to be an expert in either subject; but the turn for philosophical and historical reading, which rendered Hamilton and Guizot attractive to me, has not only filled many [ 354 ]lawful leisure hours, and still more sleepless ones, with the repose of changed mental occupation, but has not unfrequently disputed my proper work-time with my liege lady, Natural Science. In this way, I have found it possible to cover a good deal of ground in the territory of philosophy; and all the more easily that I have never cared much about A's or B's opinions, but have rather sought to know what answer he had to give to the questions I had to put to him—that of the limitation of possible knowledge being the chief. The ordinary examiner, with his "State the views of So-and-so," would have floored me at any time. If he had said what do you think about any given problem, I might have got on fairly well.


Por isso, no entanto desculpe eu posso ser para ser incapaz de demonstrar que, se necessário, não deve ter medo de chamar-me um "infiel", eu não posso fazê-lo. "Infiel" é um termo de reprovação, que cristãos e maometanos, na sua modéstia, acordam em aplicar àqueles que diferem deles. Se ele só tinha pensado nisso, Dr. Wace pode ter usado o termo "canalha", que, com o mesmo significado etimológico, tem a vantagem de ser ainda mais "desagradável" para as pessoas a quem é aplicada. Mas por que se deve esperar um homem para chamar-se um "vilão" ou um "infiel"? Isso St. Patrick "tinha dois aniversários, porque ele era um irmão gêmeo" é uma expressão vocal razoável e compreensível ao lado da do homem que deveria declarar-se para ser um infiel no chão de negar sua própria crença. Pode ser logicamente, se não ética, defensável que um cristão deve chamar um Mahommedan um infiel e vice-versa; mas, em princípios do Dr. Wace, tanto deveria chamar-se infiéis, porque cada um aplica o termo para o outro.

Agora estou com medo de que todo o mundo Mahommedan concordaria em movimento alternativo que denominação para si Dr. Wace. Certa vez, visitei a Mesquita Hazar, o grande Universidade de Mahommedanism, no Cairo, na ignorância do fato de que eu era desprovida com [352] devida autoridade. Um enxame de alunos de graduação com raiva, como eu suponho que eu deveria chamá-los, veio zumbindo sobre mim e meu guia; e se eu soubesse árabe, eu suspeito que o "cão de um infiel" teria sido de nenhuma maneira a mais "desagradável" dos epítetos derramado sobre mim, antes que eu pudesse explicar e pedir desculpas pelo erro. Se eu tivesse tido o prazer da companhia de Dr. Wace, nessa ocasião, os seguidores do Profeta undiscriminative iria, estou com medo, não fizeram nenhuma diferença entre nós; nem mesmo se soubessem que ele era o chefe de um seminário cristão ortodoxo. E eu não tenho a menor dúvida de que mesmo um dos mollahs aprendidas, se seu túmulo cortesia teria lhe permitido dizer nada ofensivo para homens de um outro modo de crença, teria nos disse que ele se perguntou se não encontrá-lo "muito desagradável "descrer no Profeta do Islã.

Pelo que precede, penso que se torna suficientemente claro que o relato de Dr. Wace da origem do nome de "agnóstico" é completamente errado. Na verdade, eu sou obrigado a acrescentar que muito ligeiro esforço para descobrir a verdade o teria convencido de que, como uma questão de fato, o termo surgiu em contrário. Estou relutante em passar por cima de uma velha história mais uma vez; mas mais do que um objeto que eu tenho em vista será servido dizendo-lo um pouco mais completa do que ele ainda não tenha sido dito.

Olhando para trás, quase cinquenta anos, eu me vejo como um menino, cuja educação tinha sido interrompido, e que, intelectualmente, foi deixado, há alguns anos, em conjunto com seus próprios dispositivos. Naquela época, eu era um leitor voraz [353] e onívoros; um sonhador e especulador de primeira água, bem dotado com essa esplêndida coragem em atacar toda e qualquer assunto, que é a compensação abençoada de juventude e inexperiência. Entre os livros e ensaios, em todos os tipos de tópicos da metafísica para a heráldica, que eu li neste momento, dois deixaram impressões indeléveis em minha mente. Um deles era História da Civilização de Guizot, o outro era o ensaio de Sir William Hamilton sobre a filosofia do incondicionado, que eu vim em cima, por acaso, em um volume ímpar da revisão de Edimburgo. O último foi leitura certamente estranho para um menino, e eu não poderia ter entendido uma grande quantidade de ela; [89], no entanto, devorei-o com avidez, e estampada em minha mente a forte convicção de que, no mesmo o mais solene e importante de questões, os homens estão aptos a tomar frases astutos para respostas; e que a limitação de nossas faculdades, em um grande número de casos, torna verdadeiras respostas a tais perguntas, não apenas realmente impossíveis, mas, teoricamente, inconcebíveis.

Filosofia e história tendo obtido de mim desta maneira excêntrica, nunca afrouxou seu aperto. Eu não tenho nenhuma pretensão de ser um especialista em qualquer assunto; mas a sua vez para leitura filosófica e histórica, o que rendeu a Hamilton e Guizot atraente para mim, não só encheu muitos [354] horas de lazer legais, e ainda os mais sem dormir, com o repouso de ocupação mentais alteradas, mas não raro disputada minha bom trabalho a tempo com a minha senhora Liège, Ciências Naturais. Desta forma, eu encontrei-o possível para cobrir uma boa parte do solo no território da filosofia; e tudo o mais facilmente que nunca se preocupou muito sobre de um ou opiniões do B, mas que em vez procurou saber qual a resposta que ele tinha para dar às perguntas que eu tinha de colocar-lhe-a da limitação do conhecimento possível de ser o chefe. O examinador comum, com o seu "Estado os pontos de vista So-and-so", teria me pavimentado a qualquer momento. Se ele tivesse dito o que você acha sobre um determinado problema, eu poderia ter conseguido em bastante bem.

The reader who has had the patience to follow the enforced, but unwilling, egotism of this veritable history (especially if his studies have led him in the same direction), will now see why my mind steadily gravitated towards the conclusions of Hume and Kant, so well stated by the latter in a sentence, which I have quoted elsewhere.

"The greatest and perhaps the sole use of all philosophy of pure reason is, after all, merely negative, since it serves not as an organon for the enlargement [of knowledge], but as a discipline for its delimitation; and, instead of discovering truth, has only the modest merit of preventing error."[90]

When I reached intellectual maturity and began to ask myself whether I was an atheist, a theist, or [ 355 ]a pantheist; a materialist or an idealist; a Christian or a freethinker; I found that the more I learned and reflected, the less ready was the answer; until, at last, I came to the conclusion that I had neither art nor part with any of these denominations, except the last. The one thing in which most of these good people were agreed was the one thing in which I differed from them. They were quite sure they had attained a certain "gnosis,"—had, more or less successfully, solved the problem of existence; while I was quite sure I had not, and had a pretty strong conviction that the problem was insoluble. And, with Hume and Kant on my side, I could not think myself presumptuous in holding fast by that opinion. Like Dante,
Nel mezzo del cammin di nostra vita
Mi ritrovai per una selva oscura,
but, unlike Dante, I cannot add,
Che la diritta via era smarrita.
On the contrary, I had, and have, the firmest conviction that I never left the "verace via"—the straight road; and that this road led nowhere else but into the dark depths of a wild and tangled forest. And though I have found leopards and lions in the path; though I have made abundant acquaintance with the hungry wolf, that "with privy paw devours apace and nothing said," as another great poet says of the ravening beast; and though no friendly spectre has even yet offered his guidance, I was, and am, minded to go straight on, until I either come out on the [ 356 ]other side of the wood, or find there is no other side to it, at least, none attainable by me.

This was my situation when I had the good fortune to find a place among the members of that remarkable confraternity of antagonists, long since deceased, but of green and pious memory, the Metaphysical Society. Every variety of philosophical and theological opinion was represented there, and expressed itself with entire openness; most of my colleagues were -ists of one sort or another; and, however kind and friendly they might be, I, the man without a rag of a label to cover himself with, could not fail to have some of the uneasy feelings which must have beset the historical fox when, after leaving the trap in which his tail remained, he presented himself to his normally elongated companions. So I took thought, and invented what I conceived to be the appropriate title of "agnostic." It came into my head as suggestively antithetic to the "gnostic" of Church history, who professed to know so much about the very things of which I was ignorant; and I took the earliest opportunity of parading it at our Society, to show that I, too, had a tail, like the other foxes. To my great satisfaction, the term took; and when the Spectator had stood godfather to it, any suspicion in the minds of respectable people, that a knowledge of its parentage might have awakened, was, of course, completely lulled.

That is the history of the origin of the terms "agnostic" and "agnosticism"; and it will be observed that it does not quite agree with the [ 357 ]confident assertion of the reverend Principal of King's College, that "the adoption of the term agnostic is only an attempt to shift the issue, and that it involves a mere evasion" in relation to the Church and Christianity.[91]

The last objection (I rejoice, as much as my readers must do, that it is the last) which I have to take to Dr. Wace's deliverance before the Church Congress arises, I am sorry to say, on a question of morality.

"It is, and it ought to be," authoritatively declares this official representative of Christian ethics, "an unpleasant thing for a man to have to say plainly that he does not believe in Jesus Christ" (l. c. p. 254).


O leitor que teve a paciência de acompanhar a imposta, mas sem vontade, o egoísmo desta verdadeira história (especialmente se seus estudos o levaram na mesma direção), vai ver agora por que a minha mente de forma constante deslocaram-se para as conclusões de Hume e Kant, tão bem indicado por este último em uma frase, que citei em outro lugar.

"O maior e talvez o uso exclusivo de toda a filosofia da razão pura é, afinal, meramente negativa, uma vez que não serve como um organon para o alargamento [do conhecimento], mas como uma disciplina para a sua delimitação e, em vez de descobrir verdade, só tem o mérito modesto de prevenção de erro ". [90]

Quando atingi a maturidade intelectual e comecei a me perguntar se eu era um ateu, um teísta, ou [355] um panteísta; um materialista ou um idealista; um cristão ou um livre-pensador; Descobri que quanto mais aprendia e refletia, menos pronto estava para responder; até que, finalmente, cheguei à conclusão de que eu não tinha nem arte nem parte com qualquer uma dessas denominações, exceto a última. A única coisa em que a maioria dessas pessoas boas foram acordadas era a única coisa em que eu diferia da deles. Eles estavam bastante certos de que haviam alcançado uma certa "gnose" - tinham, mais ou menos sucesso, resolveu o problema da existência; enquanto eu tinha bastante certeza de que não tinha, e tinha uma convicção bastante forte de que o problema era insolúvel. E, com Hume e Kant ao meu lado, eu não poderia acreditar que seria presunçoso em apegar a este parecer. Como Dante,
Nel mezzo del Cammin di nostra vita
Mi ritrovai per una selva oscura,
mas, ao contrário de Dante, eu não posso adicionar,
Che la diritta via era Smarrita.

Pelo contrário, eu tinha, e tenho, a convicção firme de que eu nunca deixei o "verace via" -a estrada em linha reta; e que este caminho levou em nenhum outro lugar, mas nas profundezas escuras de uma mata selvagem e confusa. E apesar de eu ter encontrado leopardos e leões no caminho; apesar de eu ter feito conhecido abundante com o lobo faminto, que "com a pata par devora aceleradamente e nada disse," como outro grande poeta diz da besta voraz; e embora nenhum fantasma amigável sequer ainda ofereceu a sua orientação, eu estava, e estou, disposto a ir em frente, até que eu quer sair no [356] outro lado da madeira, ou descobrir que não há outro lado para ele, pelo menos, nenhum atingível por mim.

Esta foi a minha situação quando eu tive a sorte de encontrar um lugar entre os membros dessa confraria notável dos antagonistas, há muito falecido, mas de memória verde e piedoso, a Sociedade Metafísica. Cada variedade de opinião filosófica e teológica estava representada lá, e expressou-se com toda franqueza; a maioria dos meus colegas eram istas de um tipo ou outro; e, no entanto gentil e amigável que pode ser, eu, o homem sem um trapo de rótulo para cobrir-se com, não poderia deixar de ter alguns dos sentimentos desconfortáveis ​​que deve ter afligem a raposa histórico quando, depois de sair da armadilha em que sua cauda permaneceu, apresentou-se aos seus companheiros normalmente alongadas. Então eu peguei o pensamento e inventei o que concebi ser o título apropriado de "agnóstico". Ele veio na minha cabeça como sugestivamente antitético à "gnóstica" da história da Igreja, que professavam saber tanto sobre as mesmas coisas das quais eu era ignorante; e tomei a primeira oportunidade de desfilar-lo em nossa sociedade, para mostrar que eu também tinha uma cauda, ​​como as outras raposas. Para minha grande satisfação, o termo tomou; e quando o espectador tinha ficado padrinho para ele, qualquer suspeita na mente das pessoas respeitáveis, que o conhecimento de sua filiação poderia ter despertado, foi, naturalmente, completamente embalado.

Essa é a história da origem dos termos "agnóstico" e "agnosticismo"; e pode-se observar que não concordo muito com o [357] confiante afirmação do Diretor reverendo da Faculdade do rei, que "a adoção do termo agnóstico é apenas uma tentativa de mudar o assunto, e que se trata de uma mera evasão "em relação à Igreja eo cristianismo. [91]

A última objeção (Alegro-me, tanto quanto meus leitores devem fazer, que é a última) que eu tenho que tomar a libertação do Dr. Wace antes do Congresso da Igreja surge, eu lamento dizer, sobre uma questão de moralidade.

"É, e que deveria ser", com autoridade declara este representante oficial da ética cristã, "uma coisa desagradável para um homem ter que dizer claramente que ele não acredita em Jesus Cristo" (LCP 254).

Whether it is so depends, I imagine, a good deal on whether the man was brought up in a Christian household or not. I do not see why it should be "unpleasant" for a Mahommedan or Buddhist to say so. But that "it ought to be" unpleasant for any man to say anything which he sincerely, and after due deliberation, believes, is, to my mind, a proposition of the most profoundly immoral character. I verily believe that the great good which has been effected in the world by Christianity has been largely counteracted by the pestilent doctrine on which all the Churches have insisted, that honest disbelief in their more or less astonishing creeds is a moral offence, indeed a sin of the deepest dye, deserving [ 358 ]and involving the same future retribution as murder and robbery. If we could only see, in one view, the torrents of hypocrisy and cruelty, the lies, the slaughter, the violations of every obligation of humanity, which have flowed from this source along the course of the history of Christian nations, our worst imaginations of Hell would pale beside the vision.

A thousand times, no! It ought not to be unpleasant to say that which one honestly believes or disbelieves. That it so constantly is painful to do so, is quite enough obstacle to the progress of mankind in that most valuable of all qualities, honesty of word or of deed, without erecting a sad concomitant of human weakness into something to be admired and cherished. The bravest of soldiers often, and very naturally, "feel it unpleasant" to go into action; but a court-martial which did its duty would make short work of the officer who promulgated the doctrine that his men ought to feel their duty unpleasant.

I am very well aware, as I suppose most thoughtful people are in these times, that the process of breaking away from old beliefs is extremely unpleasant; and I am much disposed to think that the encouragement, the consolation, and the peace afforded to earnest believers in even the worst forms of Christianity are of great practical advantage to them. What deductions must be made from this gain on the score of the harm done to the citizen by the ascetic otherworldliness of logical Christianity; to the ruler, by [ 359 ]the hatred, malice, and all uncharitableness of sectarian bigotry; to the legislator, by the spirit of exclusiveness and domination of those that count themselves pillars of orthodoxy; to the philosopher, by the restraints on the freedom of learning and teaching which every Church exercises, when it is strong enough; to the conscientious soul, by the introspective hunting after sins of the mint and cummin type, the fear of theological error, and the overpowering terror of possible damnation, which have accompanied the Churches like their shadow, I need not now consider; but they are assuredly not small. If agnostics lose heavily on the one side, they gain a good deal on the other. People who talk about the comforts of belief appear to forget its discomforts; they ignore the fact that the Christianity of the Churches is something more than faith in the ideal personality of Jesus, which they create for themselves, plus so much as can be carried into practice, without disorganising civil society, of the maxims of the Sermon on the Mount. Trip in morals or in doctrine (especially in doctrine), without due repentance or retractation, or fail to get properly baptized before you die, and a plébiscite of the Christians of Europe, if they were true to their creeds, would affirm your everlasting damnation by an immense majority.

Preachers, orthodox and heterodox, din into our ears that the world cannot get on without faith of some sort. There is a sense in which that is as eminently as obviously true; there is another, in [ 360 ]which, in my judgment, it is as eminently as obviously false, and it seems to me that the hortatory, or pulpit, mind is apt to oscillate between the false and the true meanings, without being aware of the fact.

It is quite true that the ground of every one of our actions, and the validity of all our reasonings, rest upon the great act of faith, which leads us to take the experience of the past as a safe guide in our dealings with the present and the future. From the nature of ratiocination it is obvious that the axioms on which it is based cannot be demonstrated by ratiocination. It is also a trite observation that, in the business of life, we constantly take the most serious action upon evidence of an utterly insufficient character. But it is surely plain that faith is not necessarily entitled to dispense with ratiocination because ratiocination cannot dispense with faith as a starting-point; and that because we are often obliged, by the pressure of events, to act on very bad evidence, it does not follow that it is proper to act on such evidence when the pressure is absent.


Se ele está assim depende, imagino, um bom acordo sobre se o homem foi criado em um lar cristão ou não. Eu não vejo por que deveria ser "desagradável" para uma Mahommedan ou budista para dizer isso. Mas que "deveria ser" desagradável para qualquer homem para dizer qualquer coisa que ele sinceramente, e após a devida deliberação, acredita, é, a meu ver, uma proposição do personagem mais profundamente imoral. Eu realmente acredito que o grande bem que tenha sido efectuada no mundo pelo cristianismo tem sido largamente contrabalançada pela doutrina pestilento no qual todas as Igrejas têm insistido, que descrença honesto em seus credos mais ou menos surpreendentes é uma ofensa moral, de fato um pecado do corante mais profundo, merecendo [358] e envolvendo a mesma retribuição futuro como homicídio e roubo. Se pudéssemos ver, em um ponto de vista, as torrentes de hipocrisia e crueldade, as mentiras, o abate, as violações de todas as obrigações da humanidade, que fluíam a partir desta fonte ao longo do curso da história das nações cristãs, nossas piores imaginações do Inferno seria empalidecem diante da visão.

Mil vezes não! Não deveria ser desagradável para dizer o que um honestamente acredita ou não acredita. Que tão constantemente é doloroso para fazê-lo, é o bastante obstáculo para o progresso da humanidade em que a mais valiosa de todas as qualidades, a honestidade da palavra ou da ação, sem erguer uma triste concomitante da fraqueza humana em algo para ser admirado e apreciado. O mais bravo dos soldados muitas vezes, e muito naturalmente, "senti-lo desagradável" para entrar em ação; mas uma corte marcial, que fez o seu dever seria fazer o trabalho do oficial que promulgou a doutrina de que os homens devem sentir o dever desagradável.

Estou muito bem consciente, como eu suponho que as pessoas mais pensativos estão nestes tempos, que o processo de romper com velhas crenças é extremamente desagradável; e estou muito disposto a pensar que o incentivo, o consolo ea paz concedida a sério crentes em até mesmo as piores formas de cristianismo são de grande vantagem prática para eles. Que deduções devem ser feitas a partir desta ganho na pontuação do dano causado ao cidadão pela otherworldliness ascética do Cristianismo lógico; ao governante, por [359], o ódio, a malícia, e todos a falta de caridade de fanatismo sectário; ao legislador, pelo espírito de exclusividade e da dominação daqueles que contar-se pilares da ortodoxia; para o filósofo, pelas restrições à liberdade de aprendizagem e de ensino que cada Igreja exerce, quando é forte o suficiente; para a alma consciente, pela caça introspectivo depois pecados da hortelã e do cominho tipo, o medo do erro teológico, eo terror avassalador de possível condenação, que têm acompanhado as Igrejas como sua sombra, eu não preciso agora considerar; mas eles não são seguramente pequena. Se agnósticos perder fortemente de um lado, eles ganham um bom acordo sobre o outro. Pessoas que falam sobre os confortos de crença parecem esquecer seus desconfortos; eles ignoram o fato de que o cristianismo das Igrejas é algo mais do que a fé no ideal de personalidade de Jesus, que eles criam para si mesmos, além de muito como pode ser levada à prática, sem desorganizar a sociedade civil, das máximas do Sermão do Monte. Trip na moral ou na doutrina (especialmente na doutrina), sem a devida arrependimento ou retratação, ou deixar de obter corretamente batizados antes de morrer, e um plebiscito dos cristãos da Europa, se fossem fiéis aos seus credos, afirmaria a sua condenação eterna por uma imensa maioria.

Pregadores, ortodoxos e heterodoxos, din em nossos ouvidos que o mundo não pode viver sem fé de algum tipo. Há um sentido no qual que é tão eminentemente como obviamente verdadeiro; há um outro, em [360], que, na minha opinião, é tão eminentemente como obviamente falsa, e parece-me que o exortatório, ou púlpito, a mente é capaz de oscilar entre o falso eo verdadeiro significado, sem estar consciente do fato.

É bem verdade que o fundamento de cada uma de nossas ações, bem como a validade de todos os nossos raciocínios, descanso sobre o grande ato de fé, que nos leva a tomar a experiência do passado, como um guia seguro nas nossas relações com o presente e no futuro. A partir da natureza do raciocínio é óbvio que os axiomas em que se baseia não pode ser demonstrada por raciocínio. Ele também é uma observação banal que, no negócio da vida, estamos constantemente a tomar as medidas mais grave em evidências de um caráter totalmente insuficiente. Mas é certamente evidente que a fé não é necessariamente o direito de dispensar o raciocínio porque raciocínio não pode prescindir da fé como um ponto de partida; e isso porque muitas vezes somos obrigados, pela pressão dos acontecimentos, a agir em muito má evidência, não se segue que é adequada para agir em tais provas, quando a pressão está ausente.

The writer of the epistle to the Hebrews tells us that "faith is the assurance of things hoped for, the proving of things not seen." In the authorised version "substance" stands for "assurance," and "evidence" for "proving." The question of the exact meaning of the two words, ὑπόστασις and ἔλεγχος, affords a fine field of discussion for the scholar and the metaphysician. But I fancy we shall be not far from the mark if we take the writer to have had in his mind the profound psychological [ 361 ]truth that men constantly feel certain about things for which they strongly hope, but have no evidence, in the legal or logical sense of the word; and he calls this feeling "faith." I may have the most absolute faith that a friend has not committed the crime of which he is accused. In the early days of English history, if my friend could have obtained a few more compurgators of a like robust faith, he would have been acquitted. At the present day, if I tendered myself as a witness on that score, the judge would tell me to stand down, and the youngest barrister would smile at my simplicity. Miserable indeed is the man who has not such faith in some of his fellow-men—only less miserable than the man who allows himself to forget that such faith is not, strictly speaking, evidence; and when his faith is disappointed, as will happen now and again, turns Timon and blames the universe for his own blunders. And so, if a man can find a friend, the hypostasis of all his hopes, the mirror of his ethical ideal, in the Jesus of any, or all, of the Gospels, let him live by faith in that ideal. Who shall or can forbid him? But let him not delude himself with the notion that his faith is evidence of the objective reality of that in which he trusts. Such evidence is to be obtained only by the use of the methods of science, as applied to history and to literature, and it amounts at present to very little.

It appears that Mr. Gladstone some time ago asked Mr. Laing if he could draw up a short summary [ 362 ]of the negative creed; a body of negative propositions, which have so far been adopted on the negative side as to be what the Apostles' and other accepted creeds are on the positive; and Mr. Laing at once kindly obliged Mr. Gladstone with the desired articles—eight of them.

If any one had preferred this request to me I should have replied that, if he referred to agnostics, they have no creed; and, by the nature of the case, cannot have any. Agnosticism, in fact, is not a creed, but a method, the essence of which lies in the rigorous application of a single principle. That principle is of great antiquity; it is as old as Socrates; as old as the writer who said, "Try all things, hold fast by that which is good;" it is the foundation of the Reformation, which simply illustrated the axiom that every man should be able to give a reason for the faith that is in him; it is the great principle of Descartes; it is the fundamental axiom of modern science. Positively the principle may be expressed: In matters of the intellect follow your reason as far as it will take you without regard to any other consideration. And negatively: In matters of the intellect do not pretend that conclusions are certain which are not demonstrated or demonstrable. That I take to be the agnostic faith, which if a man keep whole and undefiled, he shall not be ashamed to look the universe in the face, whatever the future may have in store for him.

The results of the working out of the agnostic principle will vary according to individual knowledge [ 363 ]and capacity, and according to the general condition of science. That which is unproven to-day may be proven by the help of new discoveries to-morrow. The only negative fixed points will be those negations which flow from the demonstrable limitation of our faculties. And the only obligation accepted is to have the mind always open to conviction. Agnostics who never fail in carrying out their principles are, I am afraid, as rare as other people of whom the same consistency can be truthfully predicated. But, if you were to meet with such a phœnix and to tell him that you had discovered that two and two make five, he would patiently ask you to state your reasons for that conviction, and express his readiness to agree with you if he found them satisfactory. The apostolic injunction to "suffer fools gladly" should be the rule of life of a true agnostic. I am deeply conscious how far I myself fall short of this ideal, but it is my personal conception of what agnostics ought to be.



O escritor da epístola aos Hebreus nos diz que "a fé é a certeza das coisas que se esperam, ea prova das coisas que se não vêem." Na versão autorizada "substância" significa "garantia", e "provas" para "provar". A questão do significado exato da duas palavras, ὑπόστασις e ἔλεγχος, proporciona uma multa campo de discussão para o erudito eo metafísico. Mas imagino que não deve ser longe da marca, se tomarmos o escritor ter tido em sua mente a profunda psicológico [361] verdade que os homens constantemente sentir certo sobre coisas para as quais eles fortemente esperança, mas não temos nenhuma evidência, no legal ou sentido lógico da palavra; e ele chama este sentimento "fé". Eu possa ter a fé mais absoluta de que um amigo não cometeu o crime de que é acusado. Nos primeiros dias da história Inglês, se o meu amigo poderia ter obtido mais alguns compurgators de uma fé robusta como, ele teria sido absolvido. Hoje em dia, se eu me oferecido como testemunha a esse respeito, o juiz me dizia para ficar para baixo, eo advogado mais jovem sorria para a minha simplicidade. Miserable de fato é o homem que não tem tanta fé em alguns de seus colegas homens-only menos miserável do que o homem que se deixa esquecer que essa fé não é, estritamente falando, a evidência; e quando sua fé está decepcionado, como vai acontecer agora e novamente, transforma Timão e culpa o universo para seus próprios erros. E assim, se um homem pode encontrar um amigo, a hipóstase de todas as suas esperanças, o espelho de seu ideal ético, no Jesus de qualquer, ou todos, dos Evangelhos, deixá-lo viver pela fé em que ideal. Quem deve ou pode proibi-lo? Mas deixe que ele não se iludir com a noção de que a sua fé é a evidência da realidade objetiva do que em que ele confia. Tal evidência é para ser obtida apenas pela utilização dos métodos da ciência, tal como aplicado a história e a literatura, e eleva-se, neste momento, muito pouco.

Parece que o Sr. Gladstone há algum tempo perguntei ao Sr. Laing se ele poderia elaborar um breve resumo [362] do credo negativo; um corpo de proposições negativas, que até agora têm sido adotadas no lado negativo como ser o que os Apóstolos "e outros credos são aceitos no positivo; e Mr. Laing ao mesmo tempo nadadores obrigado Sr. Gladstone com os artigos desejados e oito deles.

Se alguém tinha preferido deste pedido para mim, eu deveria ter respondido que, se ele se referiu a agnósticos, eles não têm nenhum credo; e, pela natureza do caso, não pode ter qualquer. Agnosticismo, na verdade, não é um credo, mas um método, cuja essência reside na aplicação rigorosa de um único princípio. Este princípio é de grande antiguidade; ele é tão antigo quanto Sócrates; tão antiga como o escritor que disse: "Experimente todas as coisas, retende-o por aquilo que é bom"; é o fundamento da Reforma, que simplesmente ilustrou o axioma de que todo homem deve ser capaz de dar uma razão para a fé que está nele; é o grande princípio de Descartes; é o axioma fundamental da ciência moderna. Positivamente o princípio pode ser expresso: Em questões do intelecto seguir sua razão na medida em que irá levá-lo sem levar em conta qualquer outra consideração. E negativamente: Em questões do intelecto não finja que conclusões são uns que não são demonstradas ou demonstráveis. Que eu considero ser a fé agnóstica, que se alguém guardar todo e imaculado, ele não deve ter vergonha de olhar o universo na cara, aquilo que o futuro tem guardado para ele.

Os resultados do trabalho para fora do princípio agnóstico irá variar de acordo com o conhecimento individual [363] e capacidade, e de acordo com o estado geral da ciência. Aquilo que não está provada a-dia pode ser comprovada com a ajuda de novas descobertas de amanhã. Os únicos pontos fixos negativas serão as negações que fluem da limitação demonstrável de nossas faculdades. E a única obrigação aceita é ter a mente sempre aberta a convicção. Agnósticos que nunca falham na realização de seus princípios são, eu tenho medo, tão raro quanto as outras pessoas de quem a mesma consistência pode ser verdadeiramente predicado. Mas, se você fosse para cumprir com tal Phoenix e para lhe dizer que você tinha descoberto que dois e dois são cinco, ele pacientemente pedir-lhe para declarar as razões para essa convicção, e expressar a sua disponibilidade para concordar com você, caso encontrasse eles satisfatório. A liminar apostólica a "sofre tolos contente" deve ser a regra de vida de um verdadeiro agnóstico. Estou profundamente consciente quão longe eu mesmo ficar aquém deste ideal, mas é a minha concepção pessoal do que agnósticos deveria ser.

However, as I began by stating, I speak only for myself; and I do not dream of anathematizing and excommunicating Mr. Laing. But, when I consider his creed and compare it with the Athanasian, I think I have on the whole a clearer conception of the meaning of the latter. "Polarity," in Article VIII., for example, is a word about which I heard a good deal in my youth, when "Naturphilosophie" was in fashion, and greatly did I suffer from it. For many years past, whenever I have met with "polarity" anywhere but in a discussion of some purely physical topic, such as magnetism, I have shut the book. Mr. [ 364 ]Laing must excuse me if the force of habit was too much for me when I read his eighth article.

And now, what is to be said to Mr. Harrison's remarkable deliverance "On the future of agnosticism"?[92] I would that it were not my business to say anything, for I am afraid that I can say nothing which shall manifest my great personal respect for this able writer, and for the zeal and energy with which he ever and anon galvanises the weakly frame of Positivism until it looks more than ever like John Bunyan's Pope and Pagan rolled into one. There is a story often repeated, and I am afraid none the less mythical on that account, of a valiant and loud-voiced corporal in command of two full privates who, falling in with a regiment of the enemy in the dark, orders it to surrender under pain of instant annihilation by his force; and the enemy surrenders accordingly. I am always reminded of this tale when I read the positivist commands to the forces of Christianity and of Science; only the enemy show no more signs of intending to obey now than they have done any time these forty years.

The allocution under consideration has the papal flavour which is wont to hang about the utterances of the pontiffs of the Church of Comte. Mr. Harrison speaks with authority and not as one of the common scribes of the period. He knows not only what agnosticism is and how it has come about, but what will become of it. The agnostic is to content [ 365 ]himself with being the precursor of the positivist. In his place, as a sort of navvy levelling the ground and cleansing it of such poor stuff as Christianity, he is a useful creature who deserves patting on the back, on condition that he does not venture beyond his last. But let not these scientific Sanballats presume that they are good enough to take part in the building of the Temple—they are mere Samaritans, doomed to die out in proportion as the Religion of Humanity is accepted by mankind. Well, if that is their fate, they have time to be cheerful. But let us hear Mr. Harrison's pronouncement of their doom.

"Agnosticism is a stage in the evolution of religion, an entirely negative stage, the point reached by physicists, a purely mental conclusion, with no relation to things social at all" (p. 154). I am quite dazed by this declaration. Are there, then, any "conclusions" that are not "purely mental"? Is there "no relation to things social" in "mental conclusions" which affect men's whole conception of life? Was that prince of agnostics, David Hume, particularly imbued with physical science? Supposing physical science to be non-existent, would not the agnostic principle, applied by the philologist and the historian, lead to exactly the same results? Is the modern more or less complete suspension of judgment as to the facts of the history of regal Rome, or the real origin of the Homeric poems, anything but agnosticism in history and in literature? And if so, how can agnosticism be the "mere negation of the physicist"?[ 366 ]

"Agnosticism is a stage in the evolution of religion." No two people agree as to what is meant by the term "religion"; but if it means, as I think it ought to mean, simply the reverence and love for the ethical ideal, and the desire to realise that ideal in life, which every man ought to feel—then I say agnosticism has no more to do with it than it has to do with music or painting. If, on the other hand, Mr. Harrison, like most people, means by "religion" theology, then in my judgment agnosticism can be said to be a stage in its evolution, only as death may be said to be the final stage in the evolution of life.

When agnostic logic is simply one of the canons of thought, agnosticism, as a distinctive faith, will have spontaneously disappeared (p. 155).

I can but marvel that such sentences as this, and those already quoted, should have proceeded from Mr. Harrison's pen. Does he really mean to suggest that agnostics have a logic peculiar to themselves? Will he kindly help me out of my bewilderment when I try to think of "logic" being anything else than the canon (which, I believe, means rule) of thought? As to agnosticism being a distinctive faith, I have already shown that it cannot possibly be anything of the kind, unless perfect faith in logic is distinctive of agnostics; which, after all, it may be.

No entanto, como comecei por afirmar, falo só por mim; e eu não sonho de anatematizando e excomungando o Sr. Laing. Mas, quando eu considerar o seu credo e compará-lo com o de Atanásio, eu acho que tem no seu conjunto uma concepção mais clara do significado deste último. "Polaridade", no artigo VIII., Por exemplo, é uma palavra sobre o que eu ouvi um bom negócio na minha juventude, quando "Naturphilosophie" estava na moda, e muito, eu sofrem com isso. Por muitos anos passado, sempre que eu me encontrei com "polaridade" em qualquer lugar, mas em uma discussão sobre algum assunto puramente físico, como magnetismo, fechei o livro. O Sr. [364] Laing deve desculpar-me se a força do hábito era demais para mim quando eu li o seu oitavo artigo.

E agora, o que deve ser dito notável libertação do Sr. Harrison "Sobre o futuro do agnosticismo"? [92] eu gostaria que ele não fosse meu negócio para dizer qualquer coisa, porque eu tenho medo que eu posso dizer nada que deverão manifestar o meu grande respeito pessoal por este escritor capaz, e para o zelo ea energia com que ele de tempos em tempos galvaniza a moldura fracamente do Positivismo até que parece mais do que nunca como Papa de John Bunyan e Pagan em um só. Há uma história muitas vezes repetida, e eu estou com medo nenhum menos mítica em que conta, de um cabo valente e alto-expresso no comando de dois privates integral que, caindo com um regimento do inimigo no escuro, a condena a render sob pena de aniquilação instantânea por sua força; eo inimigo se rende em conformidade. Estou sempre lembrado deste conto quando leio os comandos positivistas às forças do cristianismo e da Ciência; apenas o inimigo não mostra mais sinais de intenção de obedecer agora do que têm feito a qualquer momento durante estes quarenta anos.

A alocução em apreço tem o sabor papal que está acostumado a pendurar sobre as declarações dos pontífices da Igreja de Comte. Mr. Harrison fala com autoridade e não como um dos escribas comuns do período. Ele sabe que não só o que o agnosticismo é e como ele surgiu, mas o que será dele. O agnóstico é para o conteúdo [365]-se em ser o precursor da positivista. Em seu lugar, como uma espécie de nivelamento Navvy o chão e limpando-o de tal material pobre como o cristianismo, ele é uma criatura útil que merece dando tapinhas nas costas, com a condição de que ele não se aventurar além do seu passado. Mas não deixe que esses Sanballats científicos presumir que eles são bons o suficiente para participar da construção do Templo, eles são meros samaritanos, condenados a morrer na proporção em que a Religião da Humanidade é aceito pela humanidade. Bem, se esse é o seu destino, eles têm tempo para ser alegre. Mas vamos ouvir o pronunciamento de sua condenação do Sr. Harrison.

"O agnosticismo é uma etapa na evolução da religião, numa fase totalmente negativo, o ponto alcançado por físicos, uma conclusão puramente mental, sem nenhuma relação com as coisas sociais a todos" (p. 154). Estou bastante afetado pela presente declaração. Há, então, quaisquer "conclusões" que não sejam "puramente mentais"? Existe "nenhuma relação com as coisas sociais" em "conclusões mentais" que afetam toda concepção de vida dos homens? Foi aquele príncipe dos agnósticos, David Hume, particularmente imbuído de ciência física? Supondo que a ciência física para ser inexistente, não seria o princípio agnóstico, aplicado pelo filólogo e historiador, levar a exatamente os mesmos resultados? É a suspensão mais ou menos completa moderno do julgamento quanto aos fatos da história da majestosa de Roma, ou a verdadeira origem dos poemas homéricos, qualquer coisa, mas agnosticismo na história e na literatura? E se assim for, como pode ser o agnosticismo "mera negação do físico"? [366]

"O agnosticismo é uma etapa na evolução da religião." Não há duas pessoas concordando quanto ao que se entende pelo termo "religião"; mas se isso significa, como eu acho que deveria significar, simplesmente a reverência e amor ao ideal ético, e o desejo de realizar esse ideal na vida, que cada homem deve sentir-então eu digo agnosticismo não tem mais a ver com ele do que ele tem a ver com música ou pintura. Se, por outro lado, o Sr. Harrison, como a maioria das pessoas, quer dizer com "religião" teologia, então na minha opinião agnosticismo pode ser dito ser um estágio de sua evolução, apenas como a morte pode ser dito para ser a fase final a evolução da vida.

Quando lógica agnóstico é simplesmente um dos cânones do pensamento, agnosticismo, como uma fé distinta, terá desaparecido espontaneamente (p. 155).

Não posso deixar de maravilhar-se que tais sentenças como esta, e aqueles já citado, deveria ter procedido da pena do Sr. Harrison. Será que ele realmente quero sugerir que os agnósticos têm uma lógica peculiar a si mesmos? Será que ele gentilmente me ajudar a sair do meu espanto quando eu tento pensar em "lógica" ser qualquer outra coisa do que o cânone (que, creio eu, significa regra) do pensamento? Quanto ao agnosticismo sendo uma fé diferente, eu já mostraram que não pode ser qualquer coisa do tipo, a não ser perfeita fé lógica é marca distintiva dos agnósticos; que, depois de tudo, pode ser.


                Agnosticism as a religious philosophy per se rests on an almost total ignoring of history and social evolution (p. 152).


But neither per se nor per aliud has agnosticism (if I know anything about it) the least pretension to be a religious philosophy; so far from resting on [ 367 ]ignorance of history, and that social evolution of which history is the account, it is and has been the inevitable result of the strict adherence to scientific methods by historical investigators. Our forefathers were quite confident about the existence of Romulus and Remus, of King Arthur, and of Hengist and Horsa. Most of us have become agnostics in regard to the reality of these worthies. It is a matter of notoriety of which Mr. Harrison, who accuses us all so freely of ignoring history, should not be ignorant, that the critical process which has shattered the foundations of orthodox Christian doctrine owes its origin, not to the devotees of physical science, but, before all, to Richard Simon, the learned French Oratorian, just two hundred years ago. I cannot find evidence that either Simon, or any one of the great scholars and critics of the eighteenth and nineteenth centuries who have continued Simon's work, had any particular acquaintance with physical science. I have already pointed out that Hume was independent of it. And certainly one of the most potent influences in the same direction, upon history in the present century, that of Grote, did not come from the physical side. Physical science, in fact, has had nothing directly to do with the criticism of the Gospels; it is wholly incompetent to furnish demonstrative evidence that any statement made in these histories is untrue. Indeed, modern physiology can find parallels in nature for events of apparently the most eminently supernatural kind recounted in some of those histories.[ 368 ]

It is a comfort to hear, upon Mr. Harrison's authority, that the laws of physical nature show no signs of becoming "less definite, less consistent, or less popular as time goes on" (p. 154). How a law of nature is to become indefinite, or "inconsistent," passes my poor powers of imagination. But with universal suffrage and the coach-dog theory of premiership in full view; the theory, I mean, that the whole duty of a political chief is to look sharp for the way the social coach is driving, and then run in front and bark loud—as if being the leading noise-maker and guiding were the same things—it is truly satisfactory to me to know that the laws of nature are increasing in popularity. Looking at recent developments of the policy which is said to express the great heart of the people, I have had my doubts of the fact; and my love for my fellow-countrymen has led me to reflect with dread on what will happen to them if any of the laws of nature ever become so unpopular in their eyes as to be voted down by the transcendent authority of universal suffrage. If the legion of demons, before they set out on their journey in the swine, had had time to hold a meeting and to resolve unanimously "That the law of gravitation is oppressive and ought to be repealed," I am afraid it would have made no sort of difference to the result, when their two thousand unwilling porters were once launched down the steep slopes of the fatal shore of Gennesaret.
The question of the place of religion as an element of human nature, as a force of human society, its origin, analysis, and [ 369 ]functions, has never been considered at all from an agnostic point of view (p. 152).

I doubt not that Mr. Harrison knows vastly more about history than I do; in fact, he tells the public that some of my friends and I have had no opportunity of occupying ourselves with that subject. I do not like to contradict any statement which Mr. Harrison makes on his own authority; only, if I may be true to my agnostic principles, I humbly ask how he has obtained assurance on this head. I do not profess to know anything about the range of Mr. Harrison's studies; but as he has thought it fitting to start the subject, I may venture to point out that, on evidence adduced, it might be equally permissible to draw the conclusion that Mr. Harrison's absorbing labours as the pontifex maximus of the positivist religion have not allowed him to acquire that acquaintance with the methods and results of physical science, or with the history of philosophy, or of philological and historical criticism, which is essential to any one who desires to obtain a right understanding of agnosticism. Incompetence in philosophy, and in all branches of science except mathematics, is the well-known mental characteristic of the founder of positivism. Faithfulness in disciples is an admirable quality in itself; the pity is that it not unfrequently leads to the imitation of the weaknesses as well as of the strength of the master. It is only such overfaithfulness which can account for a "strong mind really saturated with the historical sense" (p. 153) exhibiting the extraordinary forgetfulness of the [ 370 ]historical fact of the existence of David Hume implied by the assertion that

Agnosticismo como uma filosofia religiosa per se repousa sobre uma quase total ignorância da história e da evolução social (152 p.).
Mas nem por si nem por aliud tem agnosticismo (se eu sei alguma coisa sobre isso) a menos pretensão de ser uma filosofia religiosa; tão longe de descansando em [367] ignorância da história, e que a evolução social do que a história é a conta, é e tem sido o resultado inevitável da estrita adesão aos métodos científicos de investigadores históricos. Nossos antepassados ​​eram bastante confiante sobre a existência de Rômulo e Remo, do Rei Arthur, e de Hengist e Horsa. A maioria de nós se tornaram agnósticos em relação à realidade dessas pessoas ilustres. É uma questão de notoriedade da qual o Sr. Harrison, que todos nós acusa tão livremente de ignorar a história, não deve ser ignorante, que o processo crítico que abalou os alicerces da doutrina cristã ortodoxa deve a sua origem, não para os devotos de física ciência, mas, antes de tudo, para Richard Simon, o aprendeu francês Oratório, a apenas 200 anos atrás. Não consigo encontrar qualquer evidência de que Simon, ou qualquer um dos grandes estudiosos e críticos dos séculos XVIII e XIX que continuaram o trabalho de Simon, tivesse qualquer conhecimento especial com a ciência física. Eu já apontou que Hume era independente dela. E, certamente, uma das influências mais potentes na mesma direção, em cima história no século presente, que de Grote, não veio do lado físico. Ciência física, na verdade, não teve nada a ver diretamente com a crítica dos Evangelhos; é totalmente incompetente para fornecer elementos de prova demonstrativa de que qualquer declaração feita nessas histórias é falso. Na verdade, a fisiologia moderna pode encontrar paralelos na natureza para eventos de aparentemente o tipo mais eminentemente sobrenatural contou em algumas dessas histórias. [368]

É um conforto para ouvir, em cima da autoridade do Sr. Harrison, que as leis da natureza física não mostram sinais de se tornar "menos definido, menos consistente, ou menos populares como o tempo passa" (154 p.). Como uma lei da natureza é tornar-se indefinido, ou "inconsistente", passa meus pobres poderes de imaginação. Mas, com o sufrágio universal ea teoria treinador-dog de premiership à vista; a teoria, quero dizer, que todo o dever de um chefe político é olhar afiado para a forma como o treinador social está dirigindo, e, em seguida, correr na frente e latido alto, como se ser o principal produtor de ruído e orientando eram as mesmas coisas -é verdadeiramente satisfatória para mim saber que as leis da natureza estão crescendo em popularidade. Analisando a evolução recente da política que é dito para expressar a grande coração das pessoas, eu tive minhas dúvidas da verdade; e meu amor por meus compatriotas me levou a refletir com medo do que vai acontecer com eles se qualquer uma das leis da natureza nunca se tornar tão impopular em seus olhos como para ser votado pela autoridade transcendente do sufrágio universal. Se a legião de demônios, antes de partirem em sua jornada no suína, tinha tido tempo de realizar uma reunião para resolver e por unanimidade "que a lei da gravitação é opressivo e deve ser revogado," Tenho medo de que teria feito nenhum tipo de diferença para o resultado, quando os seus dois mil porteiros foram relutantes uma vez lançado pelas encostas íngremes da costa fatal de Genesaré.

A questão do lugar da religião como um elemento da natureza humana, como uma força da sociedade humana, a sua origem, análise e [369] Funções, nunca foi considerado em tudo a partir de um ponto de vista agnóstico (152 p.).

Eu não duvido que o Sr. Harrison sabe muito mais sobre a história do que eu; na verdade, ele diz ao público que alguns dos meus amigos e eu não tive nenhuma oportunidade de ocupar-nos com esse assunto. Eu não gosto de contradizer qualquer declaração que o Sr. Harrison faz por sua própria autoridade; somente, se é que posso ser fiel a meus princípios agnóstico, peço humildemente como ele obteve garantias sobre este assunto. Eu não professam saber nada sobre a gama de estudos do Sr. Harrison; mas como ele pensou que encaixe para iniciar o assunto, pode aventurar em apontar que, em elementos de prova apresentados, pode ser igualmente permitido tirar a conclusão de que trabalhos absorventes do Sr. Harrison como o Pontifex maximus da religião positivista não permitiram ele para adquirir esse conhecimento com os métodos e resultados da ciência física, ou com a história da filosofia, ou da crítica filológica e histórica, que é essencial para qualquer pessoa que deseja obter uma compreensão correta do agnosticismo. Incompetência na filosofia e em todos os ramos da ciência, exceto matemática, é a característica mental, bem conhecido do fundador do positivismo. Fidelidade em discípulos é uma qualidade admirável em si mesmo; A pena é que não raro leva à imitação dos pontos fracos, bem como da força do mestre. É só essa overfaithfulness que pode contribuir para uma "mente forte realmente saturado com o sentido histórico" (p. 153) exibindo o esquecimento extraordinária do [370] fato histórico da existência de David Hume implícita a afirmação de que


it would be difficult to name a single known agnostic who has given to history anything like the amount of thought and study which he brings to a knowledge of the physical world (p. 153).

Whoso calls to mind what I may venture to term the bright side of Christianity—that ideal of manhood, with its strength and its patience, its justice and its pity for human frailty, its helpfulness to the extremity of self-sacrifice, its ethical purity and nobility, which apostles have pictured, in which armies of martyrs have placed their unshakable faith, and whence obscure men and women, like Catherine of Sienna and John Knox, have derived the courage to rebuke popes and kings—is not likely to underrate the importance of the Christian faith as a factor in human history, or to doubt that if that faith should prove to be incompatible with our knowledge, or necessary want of knowledge, some other hypostasis of men's hopes, genuine enough and worthy enough to replace it, will arise. But that the incongruous mixture of bad science with eviscerated papistry, out of which Comte manufactured the positivist religion, will be the heir of the Christian ages, I have too much respect for the humanity of the future to believe. Charles the Second told his brother, "They will not kill me, James, to make you king." And if critical science is remorselessly destroying the historical foundations of the noblest ideal of humanity which mankind have yet [ 371 ]worshipped, it is little likely to permit the pitiful reality to climb into the vacant shrine.

That a man should determine to devote himself to the service of humanity—including intellectual and moral self-culture under that name; that this should be, in the proper sense of the word, his religion—is not only an intelligible, but, I think, a laudable resolution. And I am greatly disposed to believe that it is the only religion which will prove itself to be unassailably acceptable so long as the human race endures. But when the positivist asks me to worship "Humanity"—that is to say, to adore the generalised conception of men as they ever have been and probably ever will be—I must reply that I could just as soon bow down and worship the generalised conception of a "wilderness of apes." Surely we are not going back to the days of Paganism, when individual men were deified, and the hard good sense of a dying Vespasian could prompt the bitter jest, "Ut puto Deus fio." No divinity doth hedge a modern man, be he even a sovereign ruler. Nor is there any one, except a municipal magistrate, who is officially declared worshipful. But if there is no spark of worship-worthy divinity in the individual twigs of humanity, whence comes that godlike splendour which the Moses of Positivism fondly imagines to pervade the whole bush.

I know no study which is so unutterably saddening as that of the evolution of humanity, as it is set forth in the annals of history. Out of the darkness of prehistoric ages man emerges with the marks of [ 372 ]his lowly origin strong upon him. He is a brute, only more intelligent than the other brutes, a blind prey to impulses, which as often as not lead him to destruction; a victim to endless illusions, which make his mental existence a terror and a burden, and fill his physical life with barren toil and battle. He attains a certain degree of physical comfort, and develops a more or less workable theory of life, in such favourable situations as the plains of Mesopotamia or of Egypt, and then, for thousands and thousands of years, struggles, with varying fortunes, attended by infinite wickedness, bloodshed, and misery, to maintain himself at this point against the greed and the ambition of his fellow-men. He makes a point of killing and otherwise persecuting all those who first try to get him to move on; and when he has moved on a step, foolishly confers post-mortem deification on his victims. He exactly repeats the process with all who want to move a step yet farther. And the best men of the best epochs are simply those who make the fewest blunders and commit the fewest sins.

That one should rejoice in the good man, forgive the bad man, and pity and help all men to the best of one's ability, is surely indisputable. It is the glory of Judaism and of Christianity to have proclaimed this truth, through all their aberrations. But the worship of a God who needs forgiveness and help, and deserves pity every hour of his existence, is no better than that of any other voluntarily selected fetish. The Emperor Julian's project was hopeful in [ 373 ]comparison with the prospects of the new Anthropolatry.



seria difícil para citar um único conhecido agnóstico que deu a história nada parecido com a quantidade de pensamento e de estudo que ele traz para o conhecimento do mundo físico (p. 153).

Quem chama a atenção para o que eu pode se aventurar a termo o lado bom do cristianismo que-ideal de masculinidade, com a sua força ea sua paciência, sua justiça e sua compaixão por fragilidade humana, a sua utilidade para a extremidade de auto-sacrifício, sua pureza ética e nobreza, que apóstolos têm retratado, em que exércitos de mártires colocaram sua fé inabalável, e de onde homens e mulheres obscuros, como Catarina de Sena e John Knox, ter derivado a coragem de repreender papas e reis não-é provável que subestimar a importância da fé cristã como um fator na história da humanidade, ou para duvidar de que se que a fé deve se revelar incompatível com o nosso conhecimento, ou falta de conhecimentos necessário, alguma outra hypostasis das esperanças dos homens, genuíno suficiente e digno o suficiente para substituí-lo, surgirão. Mas que a mistura incongruente de má ciência com papismo eviscerados, dos quais Comte fabricado a religião positivista, será o herdeiro dos séculos cristãos, eu tenho muito respeito para a humanidade do futuro de acreditar. Carlos II disse ao seu irmão: "Eles não vão me matar, James, para fazê-lo rei." E se a ciência crítica é impiedosamente destruindo as bases históricas do ideal mais nobre da humanidade que a humanidade tem ainda [371] adorado, é pouco provável para permitir a realidade lamentável para subir para o santuário vago.

Que um homem deve determinar a dedicar-se ao serviço da humanidade, incluindo-auto-cultura intelectual e moral com esse nome; que esta deve ser, no sentido próprio da palavra, sua religião-não é apenas um inteligível, mas, penso eu, uma resolução louvável. E eu estou muito disposto a acreditar que é a única religião que irá revelar-se unassailably aceitável desde que a raça humana permanece. Mas quando o positivista pede-me para adorar "Humanidade", isto é, para adorar a concepção generalizada de homens como eles sempre foram e provavelmente nunca vai ser, devo responder que eu poderia, tão logo se curvar e adorar a generalizada concepção de um "deserto de macacos." Certamente não vamos voltar aos dias do paganismo, quando os homens individuais foram deificados, e o bom senso dura de um Vespasiano morrendo poderia levar a brincadeira amarga, "Ut puto Deus fio." Sem divindade Acaso proteger um homem moderno, seja ele mesmo um governante soberano. Também não existe qualquer um, exceto um magistrado municipal, que é oficialmente declarado adoração. Mas se não houver uma centelha de divindade culto digno nos galhos individuais de humanidade, de onde vem aquele esplendor divino que o Moisés do Positivismo imagina com carinho para permear todo o mato.

Eu sei que nenhum estudo que é tão indescritivelmente triste quanto a de a evolução da humanidade, como está estabelecido nos anais da história. Fora da escuridão das eras pré-históricas homem emerge com as marcas da [372] sua origem humilde forte sobre ele. Ele é um bruto, só que mais inteligente do que os outros brutos, uma presa aos impulsos cegos, que não tão frequentemente como levá-lo à destruição; uma vítima de ilusões sem fim, que fazem a sua existência mental de um terror e um fardo, e encher sua vida física com labuta e estéril batalha. Ele atinge um certo grau de conforto físico, e desenvolve uma teoria de vida mais ou menos viável, em tais situações favoráveis ​​como as planícies da Mesopotâmia ou do Egipto e, em seguida, para milhares e milhares de anos, lutas, com várias oscilações, com a presença por maldade infinita, derramamento de sangue e miséria, para manter-se neste momento contra a ganância ea ambição de seus semelhantes. Ele faz questão de matar e perseguir outra forma todos aqueles que primeiro tentar levá-lo a seguir em frente; e quando ele se mudou em uma etapa, tolamente confere post-mortem deificação sobre suas vítimas. Ele exatamente repete o processo com todos os que querem dar um passo ainda mais longe. E os melhores homens das melhores épocas são simplesmente aqueles que fazem o menor número de erros e cometer o menor número de pecados.

Que se deve regozijar-se no bom homem, perdoar o homem mau, e piedade e ajudar todos os homens para o melhor de sua capacidade, é certamente indiscutível. É a glória do judaísmo e do cristianismo ter proclamado esta verdade, em todas as suas aberrações. Mas a adoração de um Deus que precisa de perdão e ajuda, e merece piedade cada hora de sua existência, não é melhor do que a de qualquer outro fetiche voluntariamente selecionado. O projeto do imperador Juliano estava esperançoso em [373] comparação com as perspectivas do novo Anthropolatry.


When the historian of religion in the twentieth century is writing about the nineteenth, I foresee he will say something of this kind:
The most curious and instructive events in the religious history of the preceding century are the rise and progress of two new sects called Mormons and Positivists. To the student who has carefully considered these remarkable phenomena nothing in the records of religious self-delusion can appear improbable.

The Mormons arose in the midst of the great Republic, which, though comparatively insignificant, at that time, in territory as in the number of its citizens, was (as we know from the fragments of the speeches of its orators which have come down to us) no less remarkable for the native intelligence of its population than for the wide extent of their information, owing to the activity of their publishers in diffusing all that they could invent, beg, borrow, or steal. Nor were they less noted for their perfect freedom from all restraints in thought, or speech, or deed; except, to be sure, the beneficent and wise influence of the majority, exerted, in case of need, through an institution known as "tarring and feathering," the exact nature of which is now disputed.

There is a complete consensus of testimony that the founder of Mormonism, one Joseph Smith, was a low-minded, ignorant scamp, and that he stole the [ 374 ]"Scriptures" which he propounded; not being clever enough to forge even such contemptible stuff as they contain. Nevertheless he must have been a man of some force of character, for a considerable number of disciples soon gathered about him. In spite of repeated outbursts of popular hatred and violence—during one of which persecutions Smith was brutally murdered—the Mormon body steadily increased, and became a flourishing community. But the Mormon practices being objectionable to the majority, they were, more than once, without any pretence of law, but by force of riot, arson, and murder, driven away from the land they had occupied. Harried by these persecutions, the Mormon body eventually committed itself to the tender mercies of a desert as barren as that of Sinai; and after terrible sufferings and privations, reached the Oasis of Utah. Here it grew and flourished, sending out missionaries to, and receiving converts from, all parts of Europe, sometimes to the number of 10,000 in a year; until in 1880 the rich and flourishing community numbered 110,000 souls in Utah alone, while there were probably 30,000 or 40,000 scattered abroad elsewhere. In the whole history of religions there is no more remarkable example of the power of faith; and, in this case, the founder of that faith was indubitably a most despicable creature. It is interesting to observe that the course taken by the great Republic and its citizens runs exactly parallel with that taken by the Roman Empire and its citizens towards the early Christians, except that the Romans had a certain legal excuse for [ 375 ]their acts of violence, inasmuch as the Christian "sodalitia" were not licensed, and consequently were, ipso facto, illegal assemblages. Until, in the latter part of the nineteenth century, the United States legislature decreed the illegality of polygamy, the Mormons were wholly within the law.

Nothing can present a greater contrast to all this than the history of the Positivists. This sect arose much about the same time as that of the Mormons, in the upper and most instructed stratum of the quick-witted, sceptical population of Paris. The founder, Auguste Comte, was a teacher of mathematics, but of no eminence in that department of knowledge, and with nothing but an amateur's acquaintance with physical, chemical, and biological science. His works are repulsive on account of the dull diffuseness of their style, and a certain air, as of a superior person, which characterises them; but nevertheless they contain good things here and there. It would take too much space to reproduce in detail a system which proposes to regulate all human life by the promulgation of a Gentile Leviticus. Suffice it to say, that M. Comte may be described as a syncretic, who, like the Gnostics of early Church history, attempted to combine the substance of imperfectly comprehended contemporary science with the form of Roman Christianity. It may be that this is the reason why his disciples were so very angry with some obscure people called Agnostics, whose views, if we may judge by the account left in the works of a great Positivist controversial writer, were very absurd.[ 376 ]

Quando o historiador da religião no século XX está escrevendo sobre o século XIX, prevejo que ele vai dizer algo do tipo:

Os eventos mais curiosas e instrutivas para a história religiosa do século anterior são o surgimento e progresso de duas novas seitas chamado Mórmons e positivistas. Para o aluno que tenha considerado cuidadosamente esses fenômenos notável nada nos registros de auto-ilusão religiosa pode aparecer improvável.

Os mórmons surgiram no meio da grande República, que, embora comparativamente insignificante, naquela época, no território como no número de seus cidadãos, era (como sabemos a partir dos fragmentos de discursos de seus oradores que chegaram até nós) não menos notável pela inteligência nativa de sua população do que para a vasta extensão de suas informações, devido à actividade dos seus editores na difusão de tudo o que eles poderiam inventar, mendigar, pedir emprestado ou roubar. Eles também não são menos conhecidos por sua liberdade perfeita de todas as restrições em pensamento, ou da fala ou ação; exceto, é claro, a influência benéfica e sábia da maioria, exercida, em caso de necessidade, através de uma instituição conhecida como "asfaltamento e franjas," a natureza exata do que é agora contestada.

Há um consenso completa de testemunho de que o fundador do mormonismo, um Joseph Smith, era um patife ignorante low-minded, e que ele roubou o [374] "Escrituras", que ele propôs; não ser inteligente o bastante para forjar mesmo tais coisas desprezíveis como eles contêm. No entanto, ele deve ter sido um homem de uma força de caráter, para um número considerável de discípulos logo se reuniram com ele. Apesar de repetidas explosões de ódio popular e violência durante um dos quais perseguições Smith foi brutalmente assassinado-o corpo Mórmon aumentou de forma constante, e tornou-se uma comunidade próspera. Mas as práticas mórmons sendo censurável para a maioria, eles eram, mais de uma vez, sem qualquer pretensão de lei, mas pela força do motim, incêndio criminoso e assassinato, expulsos da terra que tinham ocupado. Atormentado por essas perseguições, o corpo Mórmon, eventualmente, comprometeu-se à mercê de um deserto tão estéril quanto o de Sinai; e depois de terríveis sofrimentos e privações, alcançou o Oasis of Utah. Aqui ela cresceu e floresceu, o envio de missionários para, e receber os convertidos do, todas as partes da Europa, às vezes para o número de 10.000 em um ano; até que em 1880 a comunidade rica e florescente contados 110.000 almas, só em Utah, enquanto lá foram, provavelmente, 30.000 ou 40.000 espalhados em outros lugares. Em toda a história das religiões que não há exemplo mais notável do poder da fé; e, neste caso, o fundador do que a fé era indubitavelmente uma criatura mais desprezível. É interessante observar que o curso tomado pela grande República e os seus cidadãos corre exatamente paralelo com a adoptada pelo Império Romano e os seus cidadãos para os primeiros cristãos, exceto que os romanos tinham uma certa desculpa legal para [375] seus atos de violência, na medida em que o cristão "sodalitia" não foram licenciadas, e, consequentemente, eram, ipso facto, assemblages ilegais. Até que, na última parte do século XIX, o legislador Estados Unidos decretou a ilegalidade da poligamia, os mórmons estavam totalmente dentro da lei.

Nada pode apresentar um maior contraste com tudo isso que a história dos positivistas. Esta seita surgiu muito sobre o mesmo tempo que o dos Mórmons, no estrato superior e mais instruídos da população de raciocínio rápido, cético em relação a Paris. O fundador, Auguste Comte, era um professor de matemática, mas de nenhuma eminência nesse departamento do conhecimento, e com nada além de conhecimento de um amador com física, química e ciências biológicas. Suas obras são repulsivos por conta da diffuseness maçante do seu estilo, e um certo ar, a partir de uma pessoa superior, que as caracteriza; mas mesmo assim eles contêm coisas boas aqui e ali. Levaria muito espaço para reproduzir em detalhes um sistema que propõe a regulamentação toda a vida humana pela promulgação de um gentio Levítico. Basta dizer, que M. Comte pode ser descrito como um sincrética, que, como os gnósticos de história da Igreja primitiva, tentou combinar a substância da ciência contemporânea imperfeitamente compreendido com a forma de cristianismo romano. Pode ser que esta é a razão pela qual os seus discípulos eram tão muito irritado com algumas pessoas obscuros chamados agnósticos, cujos pontos de vista, se pudermos julgar pelo relato deixado nas obras de um grande escritor controverso Positivista, foram muito absurdo. [376]


To put the matter briefly, M. Comte, finding Christianity and Science at daggers drawn, seems to have said to Science, "You find Christianity rotten at the core, do you? Well, I will scoop out the inside of it." And to Romanism: "You find Science mere dry light—cold and bare. Well, I will put your shell over it, and so, as schoolboys make a spectre out of a turnip and a tallow candle, behold the new religion of Humanity complete!"

Unfortunately neither the Romanists nor the people who were something more than amateurs in science, could be got to worship M. Comte's new idol properly. In the native country of Positivism, one distinguished man of letters and one of science, for a time, helped to make up a roomful of the faithful, but their love soon grew cold. In England, on the other hand, there appears to be little doubt that, in the ninth decade of the century, the multitude of disciples reached the grand total of several score. They had the advantage of the advocacy of one or two most eloquent and learned apostles, and, at any rate, the sympathy of several persons of light and leading—and, if they were not seen, they were heard all over the world. On the other hand, as a sect, they laboured under the prodigious disadvantage of being refined, estimable people, living in the midst of the worn-out civilisation of the old world; where any one who had tried to persecute them, as the Mormons were persecuted, would have been instantly hanged. But the majority never dreamed of persecuting them; on the contrary, they were rather [ 377 ]given to scold and otherwise try the patience of the majority.

The history of these sects in the closing years of the century is highly instructive. Mormonism ...

But I find I have suddenly slipped off Mr. Harrison's tripod, which I had borrowed for the occasion. The fact is, I am not equal to the prophetical business, and ought not to have undertaken it.



Para colocar o assunto brevemente, M. Comte, encontrando Cristianismo e Ciência em punhais desenhada, parece ter dito a Ciência, "Você encontra o cristianismo podre por dentro, não é? Bem, eu vou colher o interior do mesmo." E para romanismo: "Você encontra Ciência mera seca luz-fria e nua Bem, eu vou colocar o seu escudo sobre ele, e assim, como estudantes fazem um espectro de um nabo e uma vela de sebo, eis a nova religião da Humanidade completa!"

Infelizmente nem os romanistas, nem as pessoas que eram algo mais do que amadores na ciência, pode ser obtido a adorar novo ídolo do M. Comte corretamente. No país de origem do positivismo, um homem distinto de cartas e uma das ciências, por um tempo, ajudou a tornar-se uma sala cheia de fiéis, mas seu amor logo cresceu frio. Na Inglaterra, por outro lado, parece haver pouca dúvida de que, na nona década do século, a multidão dos discípulos atingiu o total geral de vários pontuação. Eles tinham a vantagem da defesa de um ou dois apóstolos mais eloquentes e aprendeu, e, de qualquer modo, a simpatia de várias pessoas de luz e levando-e, se eles não foram vistos, eles foram ouvidos em todo o mundo. Por outro lado, como uma seita, que trabalhou sob a desvantagem prodigiosa de ser refinado, pessoas estimáveis, vivendo no meio da civilização cansados ​​do velho mundo; onde qualquer um que tentou persegui-los, como os mórmons foram perseguidos, teria sido imediatamente enforcado. Mas a maioria nunca sonhou em persegui-los; pelo contrário, eles eram bastante [377] dada para repreender e de outra forma tentar a paciência da maioria.

A história dessas seitas nos últimos anos do século é muito elucidativa. Mormonismo ...

Mas eu acho que eu de repente escorreguei no tripé do Sr. Harrison, que eu tinha emprestado para a ocasião. O fato é que eu não sou igual ao negócio profético, e não deveria ter realizado isso.


* ALPP é o acrônimo de Academia de Livres Pensadores da Paraíba



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